Preparação

Equipando

Posse

Ministério

Edificação

Evangelismo

Integração

A PREPARAÇÃO PARA O MINISTÉRIO (1ª PARTE)

 

2Timóteo 3.16-17

 

Leitura Base: 2Timóteo 3.14-17

 

Objectivo do estudo: clarificar nos crentes a necessidades e os meios de preparação para o ministério cristão.

 

Introdução

 

O que significa estar “perfeitamente instruído”?

 

Alguns sinónimos são: “preparado”, “pronto”ou “capacitado”.

 

Na anterior série de escolas, falámos desta preparação em termos da “chamada divina”. Neste estudo iremos explorar três áreas da preparação pessoal para o ministério.

 

§         Primeiro, a espiritual, essencial para a preparação para o ministério cristão. A vida do cristão é uma luta e o envolvimento no ministério é um confronto com as forças do mal. Logo, cada crente deve estar completamente preparado para enfrentar as táticas do maligno (Efésios 6.10-11), e as “hostes espirituais da maldade” (Efésios 6.12). Deus fornece a “armadura” mas o crente tem por missão colocá-la em posição. Paulo usa a imagem de  uma armadura do primeiro século dando significado espiritual a cada uma das suas partes. Efésios 6.13 reforça a ideia da necessidade do uso de toda a armadura e não apenas de uma das suas partes, só assim será possível a vitória. Os cristãos devem começar por obter a “verdade” para estarem capacitados para o ministério (Efésios 6.14a) e envolverem-se com o conceito de “justiça” vindo de Deus (a maneira de Deus ver e julgar as coisas) (Efésios 6.14b). Com essas armas a mensagem será a do “Evangelho da paz” (Efésios 6.15). Um soldado não está, no entanto, pronto para a batalha sem um “escudo”, um “capacete” e uma “espada”, os quais são espiritualmente “a fé”, “a salvação” e a “Palavra de Deus” (Efésios 6.16-17).

 

§         Segundo, a preparação bíblica, conforme o referido em Efésios 6.17. Um dos principais problemas das Igrejas actualmente, é o da ignorância acerca da Palavra de Deus pelos próprios membros. Para estar equipado para o ministério é essencial que o cristão conheça a mensagem da Bíblia (2 Timóteo 3.14-17). Um cristão que conhece a Palavra de Deus pode ensinar a vontade de Deus e contradizer os que a ela se opõem com verdadeira autoridade. O Espírito Santo ajuda um crente capacitado com a Palavra para o ensino da mensagem divina, ao mesmo tempo que vai capacitando o crente mais novo na fé a aprender, de forma a mais tarde poder também ensinar (V 16 e 17).

 

§         Terceiro, a via do amor, os cristãos devem estar equipados para trabalharem em conjunto e ter uma relação mútua de verdadeiro amor (Efésios 4.25-32; Colossences 3.12-17). Esta é, talvez, a área mais difícil para cada um de nós. Não devemos só ler estes textos bíblicos ou concordar espiritualmente com eles, mas também pô-los em prática. Não basta evitar as coisas e acções más, é indispensável pôr o amor de Cristo em prática na nossa vida. Pois não somos só de Cristo, mas também uns dos outros (Romanos 12.5).

 

 

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A PREPARAÇÃO PARA O MINISTÉRIO ( 2ªPARTE )

 

 

Quem é o inimigo?

 

Quando se é vitima de qualquer desgraça ou injustiça, as pessoas estão prontas a levantarem as suas vozes contra Deus, contra os outros, ou mesmo contra si próprias. No entanto, as Escrituras falam-nos de uma fonte de problemas mais sinistra, a que o apóstolo Paulo chamou de “principados” e “potestades” nos “lugares celestiais”. A nossa grande luta não é contra Deus ou contra os outros, mas sim contra as “hostes espirituais da maldade” (Efésios 6.11-12).

 

Certamente que a responsabilidade do ser humano tem uma parte  substancial nos nossos problemas. No entanto, Paulo diz-nos que, em última instância, o verdadeiro inimigo é o pecado e Satanás. Se pretendemos vencer este adversário, temos que o vencer no seu próprio campo, o espiritual, com as armas apropriadas (Efésios 6.14-18). Se neste combate contamos só com as nossas forças não venceremos. Mas se contarmos com a permanente ajuda do Espírito Santo, então tenhamos plena confiança que sairemos vencedores.

 

Hoje a forma de pensar mundana leva a que os assuntos espirituais sejam considerados superstição. Ao mesmo tempo, os instrumentos de Satanás neste mundo levam as pessoas a ficarem curiosas pelo oculto e pelo mal. A Bíblia, no entanto, declara que as forças espirituais do mal influenciam grandemente a nossa sociedade e tentam levar as pessoas para longe de Deus. Isto acontece por dois grandes meios:

 

§         As crenças “populares”, também designadas por “tradição”: a filosofia e os pontos de vista socialmente aceites e mundanizados têm um grande poder sobre a maneira como as pessoas vivem. Introduzindo mentiras pecaminosas nos valores pessoais de cada um e na maneira como a sociedade vive, o Diabo está alcançando grande parte da humanidade. Educadores, políticos e líderes religiosos são muitas vezes veículos de conceitos deturpados e pecaminosos, que influenciam pessoas e nações inteiras.

 

§         As instituições humanas e as suas lideranças: Elas são alvos preferenciais do Diabo devido à sua influência sobre a sociedade. As Escrituras dizem-nos que os poderes humanos são-no por consentimento divino (Romanos 13.1-7). Mas porque são operados por humanos, estes poderes são vulneráveis à acção do pecado. Se queremos alguns exemplos de instituições actuais que têm grande influência na forma de pensar das pessoas, apontemos a imprensa, a televisão e a internet (no que estas têm de mau).

 

Paulo sabia isso muito bem. Como escreveu na carta aos Efésios, ele foi preso unicamente por pregar o Evangelho (Efésios 6.19-20). Ele dá-nos a melhor estratégia para vencer esta batalha espiritual: pôr a armadura de Deus (v11). Esta armadura é inteiramente feita de armas espirituais: verdade, justiça, o evangelho da paz, fé, salvação, Palavra de Deus e oração (v14-18). Aprendendo a usar essas armas convenientemente poderemos resistir aos planos e investidas satânicos e, quando chegar o tempo, ficar firmes para a presença gloriosa do Senhor.

 

Questões:

 

1 - O que significa estar “perfeitamente instruído” ou “equipado” para a obra de Deus? O que temos de fazer para isso? Qual o perigo se houver descuido da nossa parte quanto a esse ponto?

 

2 – Quais as três áreas de preparação para o ministério? Como se considera em relação a cada uma delas?

 

3 – Como define “espiritualidade”?

 

a)     Como se relaciona com o fortalecimento espiritual? Efésios 6.10-12

 

b)     Como pode uma pessoa defender-se espiritualmente? Efésios 6.16-17a

 

c)     Como pode uma pessoa passar “à ofensiva” em termos espirituais? Efésios 6.17b

 

d)     Como pode cada cristão conservar ou adquirir uma boa forma espiritual? Efésios 6.18

 

4 – Porque aumenta a “ignorância” quanto à Bíblia no seio das Igrejas? O que pode ser feito para contrariar isso?

 

5 – Explique o que dizem as Escrituras quanto à preparação espiritual do Cristão (2 Timóteo 3.17). Diga quais os compromissos que está pronto(a) a fazer com Deus no sentido de melhorar o seu conhecimento das Escrituras.

 

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EQUIPANDO OUTROS PARA O MINISTÉRIO

 

 

Efésios 4.11-12

 

Leitura Base: Efésios 4.11-16

 

Objectivo do estudo: ajudar os crentes a explicar resumidamente a razão pela qual os ministros consagrados da Igreja não podem e não devem ser os únicos a exercer o ministério cristão, e mostrar algumas maneiras pelas quais todos os membros podem e devem dedicar-se ao ministério.

 

Introdução

 

Pedro escreveu que todo o crente é um ministro e um sacerdote (1Pedro 2.5,9-10) debaixo do Novo Concerto, através de Jesus Cristo. No entanto, tal não significa que todos tenham que ter o mesmo tipo de ministério. Os membros da Igreja estão capacitados para diferentes dons espirituais, no sentido de edificarem o “corpo de Cristo” (1Coríntios 12.27-30). No entanto, para usar adequadamente esses dons, os membros tem de ser treinados para que estejam bem preparados para o ministério (Efésios 4.12).

 

Imagine o que poderia ser a Igreja se todo o corpo, ou seja cada crente, actua-se como um sacerdote de Deus. Dedicando-se plenamente ao trabalho de aprender, ensinar e apoiar. Esse era o exemplo da igreja dos primeiros tempos.

 

Todos os Crentes são “Ministros”

 

Uma maneira simples de definir a palavra “ministério” é considerarmos que se trata do trabalho de Deus através do Povo de Deus (Efésios 4.12). É o trabalho de servir os outros, usando os dons, capacidades, e o poder que Deus coloca em cada um.

 

Este assunto é muito importante e a Igreja deve entendê-lo plenamente, porque alguns crentes assumem que o ministério é pertença dos responsáveis da Igreja. No entanto, segundo a Bíblia, o ministério cristão é pertença e responsabilidade de cada crente. Todos sem excepção têm dons a aplicar ao serviço de Deus (Romanos 12.4-8; 1Coríntios 12).

 

Qual pode ser o papel distinto dos responsáveis e presbíteros da Igreja? Deve ser a missão de ensinar e capacitar os outros a exercerem o seu ministério cristão (Efésios 4.11-12). Isso implica que se ensine a Palavra de Deus de uma forma genuína e clara e que se actue de forma a levar cada crente a suplantar as suas dificuldades e a ter a visão da missão extraordinária que Deus colocou na sua mão.

 

O ministério é a chamada, o privilégio e a responsabilidade de cada crente do Corpo de Cristo. Os pastores / presbíteros da Igreja devem focar o seu esforço na capacitação de todos os crentes para executarem o seu indispensável papel de ministros da salvação.

 

Questões:

 

1 – Tradicionalmente como se tem comportado como ministro de Deus? Passiva ou activamente? O que necessitaria para exercer melhor este papel?

 

2 – De acordo com Efésios 4.11-12 porque razão foi dada diversidade de dons na Igreja? De que forma é que os líderes da Igreja são identificados como pessoas capazes de equipar outros para o ministério?

 

3 – Que outros dons são também mencionados e que devem ser usados na Igreja, de acordo com 1Coríntios 12.27-28 e Romanos 12.4-8?

 

4 – Em que consistia o método de apostolado-discipulado cristão? (exemplo Paulo e Timóteo)

 

5 – Quais são os meios e características necessárias para que haja membros capazes de se dedicarem ao ministério?

 

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TOMANDO A RESPONSABILIDADE E A POSSE DO  MINISTÉRIO ( 1ªPARTE )

 

 

1Coríntios 3.9

 

Leitura base: 1 Coríntios 3.5-11; 4.14-21

 

Objectivo do estudo: ajudar o crente a distinguir entre dois significados da “posse”: 1) O domínio de Deus sobre todas as coisas, e 2) A posse por parte dos crentes daquilo que lhes foi dado por Deus.

 

Introdução

 

Paulo identifica-se a si próprio como apóstolo e servo de Deus comissionado para a proclamação do Evangelho (1Coríntios 1.1; Romanos 1.1, 5-6). Ele sabia ter recebido a “chamada” como qualquer crente a recebe após aceitar Cristo como Salvador, mas ele também reconhecia ter uma “chamada” específica da parte de Deus (Actos 26.12-18), nomeadamente, a pregação do evangelho entre os gentios (Actos 9.15; 22.21;26.17-18; Gálatas 2.8-9). O seu empenho na evangelização dos gentios não significava que ele desprezasse o ministério junto dos judeus, como é constatável no seu empenho em visitar sinagogas (Actos 13.14-15, 42-52; 14.1).

 

Um crente tem que estar seguro da sua chamada para poder tomar posse total desta. O que é tomar posse da chamada?

 

Tomar posse do ministério cristão vai além de factos e da legalidade, significando uma verdadeira, sincera e voluntária entrega para uma chamada específica. Como é esta entrega demonstrada?

 

Jesus mostra-nos que tomar posse do ministério é entrega total a esse objectivo como o centro da nossa vida e sempre numa motivação de servir a Deus e aos outros (João 10.11-14). Um cristão que assume a posse do ministério mostra a sua entrega apesar das dificuldades.

 

Paulo é um exemplo extraordinário da entrega e do tomar posse do ministério cristão. A sua dedicação na proclamação do evangelho estava baseada na sua consagração e entrega a esse propósito.

 

Paulo plantou a Igreja em Corinto durante a sua segunda viagem missionária (Actos 15.40; 18.1-8). Enquanto estava a estabelecer a Igreja em Corinto, ele recebeu a confirmação da sua chamada (Actos 18.9-10). Sabemos pelas Escrituras que alguns interpretaram mal o trabalho de Paulo e tentaram pessoalizar a própria Igreja dizendo-se pertença de um dos líderes da altura (1Coríntios 1.12). No entanto, como Paulo frizou no seu tempo, o cristão deve entender que o fruto final é pertença sempre de Deus e nunca de ninguém, pois Cristo não está dividido (1Coríntios 1.13;3.6-7,9). Esta entrega final a Deus, não significa que este trabalho deva ser encarado pessoalmente de ânimo leve, pelo contrário o cristão deve tomar posse dele e não abandoná-lo (1Coríntios 16.8-9).

 

A Igreja deve evitar comissionar pessoas que não foram chamadas por Deus para uma tarefa específica nem que não estejam firmadas no evangelho da verdade. Devemos utilizar ao máximo os dons que Deus nos deu, mas nunca forçar esses dons. Esse  pode ser um erro altamente prejudicial (2Coríntios 10.12). O que trabalha para o Senhor não deve perder tempo em comparações com outros, mas deve deixar que Deus julgue o trabalho de cada um (2Coríntios 10.17-18).

 

Este estudo ensina-nos que, ao mesmo tempo que Deus é o Senhor de todas as coisas, o crente deve também ser senhor do seu ministério, no sentido do empenho total que deve pôr nele.

 

 

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TOMANDO A RESPONSABILIDADE E A POSSE DO  MINISTÉRIO ( 2ªPARTE )

 

 

Questões:

 

1 – Como reconheceu Paulo que tinha recebido a chamada geral a qual é feita a todo o verdadeiro crente? (Actos 26.12-18). Qual foi a chamada específica de Paulo? (Actos 9.15; 22.21; 26.17-18; Gálatas 2.8-9). O que pode cada um de nós aprender dessas duas chamadas?

 

2 – Porque é importante cada um entender a importância da chamada específica?

 

3 – Qual é o resultado de um trabalho espiritual que não seja levado com empenhamento e consagração? (João 10.11-13)

 

4 – Como falam João 10.12-13 e 1Coríntios 9.15-16 da importância de tomarmos totalmente posse do ministério?

 

5 – Como pode alguém tornar-se contraproducente e negativo ao exercer mal o serviço do ministério cristão? (1Coríntios 4.14-21; 2Coríntios 10.7, 12-18)

 

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UM MINISTÉRIO CRIATIVO É A FORÇA DO CONTÍNUO CRESCIMENTO DA IGREJA  ( 1ªPARTE )

 

 

Colossences 3.10

 

Leitura base: Efésios 4.11-16, 22-24

 

Objectivo do Estudo: permitir ao crente compreender a distinção entre a Igreja como organização e a Igreja como organismo, e chamar a atenção da importância do crescimento contínuo de cada crente.

 

Introdução

 

Muitos consideram a Igreja apenas como uma organização, com todas as regras e burocracias de funcionamento, as quais só por si levam à estagnação. No entanto, a Igreja de Deus não é apenas uma organização, com direcção e pessoas exercendo determinados cargos, ela é também um organismo vivo e actuante, que pode adaptar-se às necessidades e que inova a sua maneira de actuar de forma a ser mais eficaz, sem perder a sua fidelidade original à verdade.

 

Qual é a diferença entre uma “organização” e um “organismo”?

 

Uma organização rege-se por planos estructurados e por regras de actuação e relacionamento, um organismo, por seu turno, é algo vivo, como o “Corpo de Cristo”.

 

É como organismo vivo que o Corpo de Cristo expõe a mensagem da boa nova e exercita o ministério (Actos 6.1-6; 11.19-24). No entanto, isso não significa que a Igreja não deva também ser uma “organização”. Uma Igreja “organizada” e uma “administração” sábia é essencial para o bom funcionamento da Igreja local.

 

As Escrituras estão cheias de passagens em que é feito o convite ao crescimento espiritual de todos os cristãos e à sua contínua transformação (2Pedro 3.18). Esta admoestação tem tanto maior importância, quanto maior o perigo do tempo em que se vive (2Pedro 2.11-18). Devemos por em prática os nossos dons, desenvolvê-los e usá-los para ajudar os outros também a crescer. Este objectivo de crescimento deve continuar até à vinda do Senhor, preenchendo o tempo da nossa existência, pois o objectivo final é a perfeição à imagem de Jesus Cristo (Efésios 4.11-16, 22-24).

 

Alguns acreditam que já chegaram à meta e que não necessitam de crescer mais espiritualmente. Ao crerem nisso demonstram que estagnaram e perderam a sua creatividade. Isso acontece não por causa da idade ou da doença, mas porque as pessoas deixaram de sonhar e de crescer espiritualmente. Esses estão ligados ao passado e não ao futuro. A vida espiritual torna-se maçadora e muitas vezes o pertencer e participar da Igreja deixa de ter sentido.

 

Por vezes o erro está também nos dirigentes da Igreja, os quais não tentam ser creativos ao apresentar a verdade da Palavra de Deus. A Palavra de Deus, apesar de escrita há muito tempo e no contexto de culturas diferentes, mantem a actualidade e a urgência da sua mensagem.

 

 

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UM MINISTÉRIO CRIATIVO É A FORÇA DO CONTÍNUO CRESCIMENTO DA IGREJA  ( 2ªPARTE )

 

 

Questões:

 

1 – Como foram os crentes de Éfeso chamados a exercer o seu ministério? (Efésios 4.11-13)

 

2 – Qual deve ser o nosso objectivo de crescimento pessoal? De que forma é que poderemos atingir a “estatura completa de Cristo”? (Efésios 4.11-16, 22-24)

 

3 – Como pode a Igreja empenhar-se num crescimento contínuo e creativo? (Efésios 4.22-24; Romanos 12.1-3)

 

4 – Qual a diferença entre a Igreja como “organização” e a Igreja como “organismo”? Qual a necessidade de cada uma destas características?

 

5 – Como é que a Igreja do Livro de Actos demonstrava ser um verdadeiro “organismo” vivo? (Actos 6.1-6; 11.19-22)

 

6 – Como pode o nosso desejo de ser como Cristo, o que se verificará plenamente no seu regresso, inspirar-nos a termos um ministério creativo e de contínuo crescimento? (1João 3.2; 1Coríntios 15.49)

 

7 – Como serve o exemplo da vida de Jesus na terra de inspiração para esse crescimento contínuo e creatividade? (Mateus 10.25a; 1João 4.16-17)

 

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O MINISTÉRIO PARA EDIFICAÇÃO DO CORPO (1ªPARTE )

 

 

1Coríntios 14.26

 

Leitura Base: 1Coríntios 14.1-5,12,26

 

Objectivo do estudo: capacitar o crente na explicação de como o ministério pessoal deve servir para edificar o Corpo de Cristo. Expor algumas das principais barreiras ao exercício do ministério cristão e algumas maneiras para nos livrarmos desses obstáculos.

 

Introdução

 

Neste estudo iremos falar do propósito dos dons espirituais como edificadores de toda a Igreja. No dia de Pentecostes, os discípulos falaram em várias línguas, note-se línguas capazes de serem entendidas, de forma a evangelizar os que estavam em Jerusálem e que tinham vindo de locais distantes (Actos 2.3-4, 8-11, 36-41).

 

Quando Paulo escreveu aos Coríntios, uma das suas principais preocupações tinha a ver com o mau uso dos dons espirituais que estariam a destruir o Corpo de Cristo, nomeadamente o uso do dom das línguas (1Coríntios 14.4-6,12,16-17,26-28). Paulo salienta que qualquer dom deve ser usado se servir para edificação (v26).

 

Quais os obstáculos à edificação do Corpo de Cristo?

 

Paulo descreve vários na primeira carta aos Coríntios.

 

Um é a falta de sensibilidade de cada membro em relação aos outros. Na Igreja de Corinto alguns falavam em língua estranha, sem interpretação, logo sem qualquer interesse de edificação para os outros. Isso revelava falta de maturidade, insensibilidade para os outros e falta de discernimento. O ministério de edificação requer que cada crente procure ter os outros crentes em cuidado e ser sensível às necessidades dos outros.

 

Outra barreira é a imaturidade espiritual. Os membros da Igreja de Corinto estavam a destruir a Igreja através de divisões devido à sua imaturidade espiritual (1Coríntios 3.1,3; 14.20). Eles necessitavam de aprender novamente as coisa básicas referentes ao Evangelho (Hebreus 5.12): a) arrependimento do pecado; b) fé em Deus; c) batismo; d) imposição das mãos; e) ressurreição dos mortos; f) julgamento eterno (1Coríntios 6.1-2). Havia pessoas na Igreja de Corinto já com suficiente tempo de fé para que tivessem adquirido uma melhor maturidade espiritual, no entanto, a sua estagnação impedia o progresso da Igreja (1Corínto 5.12-13). Os cristãos com maturidade distinguem, como Deus o faz, o bem do mal (1Coríntios 6.1-2) e revelam na sua vida os frutos do Espírito (Gálatas 5.22).

 

Um outro obstáculo à edificação do Corpo de Cristo é tolerar um comportamento indisciplinado e rebelde no seio do Corpo de Cristo. Paulo adverte os Coríntios deste perigo (1Coríntios 5.6,13). Uma pessoa que cause activamente divisão na Igreja, por oposição à Palavra de Deus, não pode fazer parte do Corpo de Cristo (Tito 3.10). No entanto, a oposição à rebeldia não significa que a Igreja esteja fechada ao arrependimento e restauração de um dos seus membros (Gálatas 6.1).

 

Em resumo o ministério de edificação da Igreja requer:

 

§         Que os cristãos façam todas as coisas com intenção de edificar o Corpo de Cristo;

 

§         Que os que ministram sejam sensíveis às necessidades dos outros;

 

§         Que os que ministram sejam espiritualmente maduros;

 

§         Que os que ministram exerçam uma disciplina edificadora sobre todos os que são rebeldes e activamente contrários à verdade no seio da própria Igreja.

 

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O MINISTÉRIO PARA EDIFICAÇÃO DO CORPO ( 2ªPARTE )

 

 

A perfeição relativa (maturidade) nesta vida

 

Primeiro, Paulo claramente põe a meta da vida cristã no atingimento da total perfeição. Ele incita os cristãos, que foram tão abençados com a graça da salvação divina, a procurarem com selo serem perfeitos (Romanos 12.2). A vontade de Deus e a sua lei “é perfeita”, e os crentes, pela transformção da sua mente através do poder do Espírito Santo, podem conhecer a vontade divina. Deus não propõe nada menos do que a total perfeição e a total obediência à sua vontade. Paulo insiste que a perfeição, ou maturidade, na vida cristã só podem derivar do propósito de levar uma vida de acordo com a vontade de Deus (Colossences 4.12). O cristão tem presentemente objectivos a cumprir e metas a alcançar, no sentido de buscar essa perfeição.

 

Em segundo lugar, Paulo alerta para a urgência dos crentes se tornarem espiritualmente adultos em todo o comportamento e situação. Em Efésios 4.13, Paulo chama todos os cristãos a obterem o objectivo final da sua fé: estarem plenamente cheios do senhor Jesus Cristo (Efésios 3.19).

 

A maturidade também se expressa na comunhão e no amor mútuo entre os crentes. A aplicação dos dons espirituais de uma forma “adulta” e responsável, está intimamente ligada à unidade em amor que deve existir entre todos os crentes (Efésios 4.16; Colossences 3.14). Nesse amor, aplicando-o com sinceridade, a Igreja torna-se aquilo para a qual Deus a edificou.

 

Questões:

 

1 – Quais os obstáculos ao exercício do ministério cristão que é capaz de descrever? Como suplantá-los?

 

2 – Porque determinou Paulo que o dom das línguas deveria ser associado a uma interpretação das mesmas?  (1Coríntios 14:5,12,16-17,26-27)

 

3 – De que forma é que em Corinto havia imaturidade e falta de discernimento em relação ao ministério cristão? (1Coríntios 14.20). Qual a solução dada por Paulo?

 

4 – O que é a carnalidade e o mundanismo e de que forma é que interferem com o nosso crescimento espiritual?

 

5 – Porque estava a Igreja de Corinto dividida e de que forma é que tal afectava a solidariedade do Corpo de Cristo? (1Coríntios 3.1-3; 14.20; 1.12; 3.4; 6.8,16)

 

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O MINISTÉRIO PARA EDIFICAÇÃO DO CORPO (3ªPARTE )

 

 

6 – Quais são alguns dos sinais de imaturidade e fraqueza cristã? (Hebreus 5.12-14; 6.1-2)

 

7 – Quais os sinais de maturidade espiritual? (Gálatas 5.22-26;6.1-2)

 

8 – De que forma é que o exercício de disciplina no seio da Igreja se deve conjugar com o objectivo da edificação de todos os crentes?

 

  9 – De que maneira é que a persistência de indisciplina no seio da Igreja pode minar o trabalho de Deus? (1Coríntios 5.1-2,6)

 

10 – Em relação à nossa maneira de proceder face a situações de indisciplina e de desvio dentro da Igreja, leia as passagens seguintes e diga que ensinamentos podemos tirar das mesmas.

 

§         Gálatas 6.1

 

§         Tito 3.10

 

§         1Coríntios 5.7

 

§         2Coríntios 2.5-11

 

11 – Leia 1Coríntios 13

 

§         Como pode a virtude do amor construir o Corpo de Cristo?

 

§         No amor que deve existir em cada crente estão incluídos a consagração, o sacrifício e o serviço. Concorda? Serão esses elementos necessários ao ministério de edificação?

 

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MINISTÉRIO DE EVANGELISMO ( 1ªPARTE )

 

 

Atos 1.8

 

Leitura base: Atos 8.2-8, 26-40

 

Objectivo do estudo: capacitar o crente a compreender os aspectos envolvidos no ministério da evangelização.

 

Introdução

 

O evangelismo tem sentido na vida do crente quando o crente entende plenamente o que significa o evangelismo.

 

O termo “evangelismo”, por si só, não aparece nas Escrituras, mas sim outros termos relacionados. Por exemplo, uma pessoa que evangeliza é chamada evangelista (Actos 21.8; Efésios 4.11; 2Timóteo 4.5), alguém que proclama a boa-nova da salvação através do sacríficio de Jesus Cristo. Assim, “evangelismo” pode ser definido como “a pregação do Evangelho”.

 

Muitas das passagens que usam a frase “pregar o evangelho” ou “anunciar a boa-nova” são baseadas na palavra grega evangelizomal.  É o que acontece em Lucas 2.10 e Actos 13.32.  Evangelismo está relacionado com a boa-nova, logo podemos dizer que é a proclamação e apresentação da mensagem de Jesus a qualquer pessoa.

 

O que disse Paulo acerca desta boa-nova? Leia 1Coríntios 15.1-4.

 

Ela foi a proclamação principal da Igreja dos primeiros tempos: Atos2.14-41; 8.34-40; 13.26-33; Romanos 1.1-4; 1Coríntios 1.23; 2.1-2. A mensagem do evangelismo é o anúncio da morte, sepultamento e ressurreição de Jesus Cristo.

 

Jesus veio para proclamar a boa-nova do Reino de Deus (Marcos 1.14). Nos Evangelhos, Ele é retratado como pregador, mestre, médico, executor de milagres, etc. Nos outros livros do Novo Testamento, o próprio Jesus se transforma na mensagem de proclamação, o Mestre torna-se no próprio ensinamento, para a Igreja dos primeiros tempos. Assim os crentes, proclamam com a autoridade que lhes advem daquele que é proclamado, podendo realizar milagres em nome do próprio executor de milagres e anunciar a vitória sobre a morte pelo poder do único que venceu a morte. Jesus é a mensagem e a motivação para o evangelismo, como Ele próprio deixou determinado na chamada “grande comissão” (Mateus 18.19-20; 28.19-20; Atos 1.8). Compreender este mandato que Jesus nos deu é essencial para que o cristão assuma plenamente a sua posição como “sacerdote e eleito” de Deus.

 

Como deve ser executado o evangelismo?

 

Obviamente que não existe uma fórmula rígida para o acto de evangelizar, pois este pode ser executado de maneiras e em oportunidades muito diferentes, como são os exemplos relatados nos textos seguintes referentes a diferentes evangelistas: Estevão (Actos 7), Filipe (Actos 21.8; 8.26-40), Paulo (Actos capítulos 13 a 28) e Pedro (Actos 10.34-48). Também para um bom desempenho da evangelização é muito importante a aplicação do método apostolado-discípulado explicado em estudos anteriores.

 

Da Palavra de Deus podemos extrair também diferentes tipos de evangelismo:

 

§         Evangelismo pessoa-a-pessoa: Actos 16.30-32

 

§         Evangelismo colectivo (grupos de pessoas): Actos 11.19-26

 

§         Evangelismo de confrontação ou paralelismo das Escrituras (a pessoas já conhecedoras da Palavra): Actos 8.26-40

 

§         Evangelismo trans-cultural (envolvendo outras culturas): Actos 2.7-11; 17.16-32

 

 

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MINISTÉRIO DE EVANGELISMO ( 2ªPARTE )

 

 

Quem deve evangelizar?

 

Todos os crentes têm uma chamada geral para evangelizarem e anunciarem a boa-nova (1Pedro 2.9); no entanto, alguns crentes recebem uma chamada específica neste campo, actuando como evangelistas de forma mais profunda e dedicada (1Coríntios 12.29-30), mas nunca poderão actuar convenientemente sem o apoio de toda a Igreja.

 

Que outros aspectos são essenciais para o sucesso da evangelização?

 

A oração e o jejum de todos os crentes, de forma a Deus proporcionar os meios e o terreno ideal para a evangelização; é essencial para o sucesso desta gigantesca tarefa.

 

O empenho na nossa progressão como crentes, evitando a estagnação e ganhando cada dia mais conhecimento e sabedoria nas coisas do Senhor.

 

O apoio material para a obra de Deus, através dos dízimos e ofertas voluntárias dos crentes, são também um apoio muito importante para que a Palavra de Deus seja espalhada de forma mais intensa e eficaz.

 

A participação activa nos eventos organizados pela Igreja, colocando o nosso tempo ao serviço de Deus.

 

Questões:

 

1 – Qual o conteúdo base da mensagem de evangelização? (1Coríntios 15.1-4)

 

2 – Qual era o centro da mensagem de evangelização para os primeiros crentes? (Actos 2.14-41; 8.34-40; 13.26-33; Romanos 1.1-14; 1Coríntios 1.23; 2.1-2)

 

3 – O que significa anunciar aos outros a morte, sepultura e ressurreição de Cristo? A quem pertence espalhar essa mensagem? A quem deve ser dada? Quando é que ela deve ser transmitida?

 

4 – De que forma é que cada um de nós pode participar no objectivo geral da Igreja no que se refere à evangelização?

 

5 – Qual tem sido o seu papel pessoal nesta missão? Onde encontra deficiências? Onde encontra os seus pontos fortes? (Um conselho: anule os seus pontos fracos e reforçe os seus pontos fortes)

 

6 – Qual a principal razão para que, cada crente individualmente e a Igreja no colectivo, se empenhem na evangelização? (Mateus 28.19-20)

 

7 – O que é o evangelismo? E qual é o trabalho de um evangelista? (2Timóteo 4.5; Efésios 4.11; Atos 8.4-12, 26-40)

 

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A INTEGRAÇAO DE TODOS OS MINISTÉRIOS NUM ÚNICO( 1ªPARTE )

 

 

Actos 1.14

 

Leitura base: Actos 4.32-35; 6.1-7

 

Objectivo da lição: salientar a importância do trabalho em equipa, valorizando o exercício e a prática de cada dom individual.

 

Introdução

 

O objectivo do trabalho dos crentes como uma equipa, é o de continuar o trabalho do Senhor Jesus pondo em prática cada um dos dons existente individualmente.

 

O trabalho dos apóstolos estava fundamentado na boa-nova de Jesus, o Salvador. No dia de Pentecostes, pela revelação divina, eles reconheceram que a Igreja tinha por missão espalhar essa mensagem (Actos 2; 4.32-33).

 

A Igreja iniciou-se com um conjunto de cerca de 120 pessoas unidas num mesmo propósito (Actos 1.12-15). A proclamação do evangelho no dia de Pentecostes em diferentes línguas, foi um trabalho de equipa daqueles que se mantinham unidos “em oração e súplicas” (Actos 1.14; 2.1,4).

 

A missão da Igreja pertence a qualquer um dos crentes e não está limitada aqueles que detêm a função de pastor ou presbítero. Assim, cada crente deve responder afirmativamente à sua chamada para o ministério (Romanos 12.3-8), pelo apostolado, evangelismo, presbitério, ensino, administração, socorro, serviço, etc (1Coríntios 12.28; Romanos 12.6-8; Efésios 4.11).

 

Homens e mulheres crentes devem cooperar na pregação do Evangelho; ambos têm a mesma importância para Deus, se bem que, por vezes, com funções diferentes, mas igualmente importantes (Actos 9.36,39; Romanos 16.1-12; Filipenses 4.2-3; Colossences 4.15; Filemon 2). Todo o crente sem excepção tem parte no ministério cristão.

 

Com o crescimento da Igreja surgiram também os problemas, os quais tiveram de ser resolvidos com amor e objectividade (Actos 6.1-6).

 

Quando a situação se tornou mais difícil, a intenção de proclamar o Evangelho e de edificar o Corpo de Cristo foi superior a todas as dificuldades (Actos 8.4; 9.31-32).

 

Outros ministérios contribuiram também para o progresso da Igreja dos primeiros tempos. Por exemplo, Filemon usou os seus recursos para auxiliar a Igreja, e o seu amor revelou-se um ministério de suporte de toda a comunidade (Filemon 1-7).

 

Lucas visitou frequentemente outros crentes, principalmente em situações de isolamento e dificuldade (2Timóteo 4.9-13). A visitação é também um ministério importante no seio da Igreja, e que une o colectivo.

 

No livro de Actos, a Igreja dos primeiros tempos demonstra como integrar os variados dons e ministérios num único trabalho de equipa. Quando existiram problemas, eram encontradas soluções e o trabalho prosseguiu. Nesta verdadeira Igreja o trabalho dos pastores e presbíteros, era suportado pelo apoio e cooperação dos restantes crentes, os quais eram membros activos do ministério.

 

 

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A INTEGRAÇAO DE TODOS OS MINISTÉRIOS NUM ÚNICO ( 2ªPARTE )

 

 

Questões:

 

1 – Dado que cada crente é um sacerdote no ministério cristão, como deve ser vista a responsabilidade de cada um para a “grande comissão”?

 

2 – De que forma é que os presbíteros e pastores da Igreja devem ser suportados pelos crentes no trabalho do ministério? (Actos 4.23-31; Romanos 16.3,9,21; Filipenses 2.25; 4.21; 1Tessalonicenses 3.2; Filemon 1,23,24)

 

3 – Quais as razões para o ministério cristão ser um trabalho colectivo? Está algum crente excluído desse ministério?

 

4 – De que forma é que as Igrejas locais mais consolidadas devem apoiar as missões com menos recursos? (Atos 11.22, Filipenses 4.14-18; 2Coríntios 8.1-5; 9.1-5, 12-14)

 

5 – De que forma é que o trabalho de equipa pode auxiliar a Igreja ao nível local, regional e internacional?

 

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