Introdução

Condenação

Justificação

Santificação

Glorificação

Santos

Pensamentos

 

SANTIFICAÇÃO - INTRODUÇÃO

 

Os frutos do Espírito. Ouvimos falar bastante e lemos àcerca deste tema essencial como um indicador do crescimento espiritual Cristão. Tal a Bíblia nos revela, sem este fruto é impossível levar uma vida Cristã e, por isso mesmo, influenciar o nosso mundo para Cristo.

 

Não podemos sentir que somos longânimes ou bondosos ou pacientes; não podemos revelar em nós o amor, a alegria (gozo no Espírito) ou a fé. Para genuinamente exibirmos o fruto do Espírito nas nossas vidas, temos que ser santos; temos que nos santificar.

 

A santificação não é somente a semente a partir da qual iniciamos o nosso crescimento espiritual, mas, igualmente, o nutriente que nos assegura esse crescimento. O mero despertar para a santificação não é, por si só, o suficiente; temos que crescer no processo de santificação para permanecermos espiritualmente vivos.

 

Este conjunto de lições permitirá ajudar a nossa compreensão na aplicação da santificação. Podemos dividir estas lições em três secções:

 

A primeira tentará definir a teologia que está por detrás do processo de santificação – o que é a santificação e de que forma é que se relaciona com a nossa salvação. Para responder a estas questões, as quatro primeiras lições dedicam-se ao estudo da condenação, justificação, santificação e glorificação. Estas lições centram-se sobretudo na teoria, mais do que na aplicação, e proporcionam o fundamento para a compreensão do ensino bíblico sobre a santificação.

A segunda (da lição nº. 9 à nº. 18) trata sobretudo do como aplicar o conhecimento. Estas lições tentam definir o que é um santo. Levam-nos a conhecer o pensamento do santificado, das suas palavras e acções através da renovação que Deus deu aos seus santos. Estas lições procuram identificar os alvos cristãos para uma forma de vida verdadeira.

A terceira parte (das lições nºs. 19 a 26) trata do como os cristãos devem lutar para atingir os objectivos descritos na secção anterior. Estas lições reforçam a importância da mudança, sem a qual não nos podemos aproximar dos padrões de justiça estabelecidos por Deus, e as coisas que uma pessoa terá que fazer quando tropeça na injustiça. Os que irão estudar estas lições irão aprender que a santificação exige paciência e perseverança. A última lição encoraja os cristãos para a necessária entre ajuda no caminho para uma vida santificada.

A teoria é imprescindível ao estudo da santificação, mas não proporciona qualquer benefício, a não ser que conduza a um real crescimento na santificação das nossas vidas. Este crescimento é pois o grande objectivo destas lições. Temos que praticar a santidade e não nos contentarmos somente em adquirir um melhor conhecimento do seu significado.

 

 

CONDENAÇÃO (1ª Parte)

 

 

“Porque todos os que sem lei pecaram, sem lei também perecerão; e todos os que sob a lei pecaram, pela lei serão julgados” – Rom. 2:12

 

Texto base: Rom. 3:10-20

 

Objectivo do estudo:

 

Examinar a condição natural do homem fora de Cristo: a condenação debaixo da perfeita justiça de Deus.

 

Introdução:

 

“Levante-se o réu para receber o veredicto do tribunal”. Não invejamos o homem que se encontra nesta situação. Que perturbação e angústia interior deverá ele sentir enquanto aguarda a decisão que determinará o seu futuro. Será ele libertado através de um veredicto de “Não Culpado” ou, pelo contrário, irá ele ser encarcerado através de uma decisão de “Culpado”?

 

A pessoa escuta com ansiedade. O silêncio da sala é interrompido pelas palavras “Culpado”.

 

“Não”, grita o condenado. As suas súplicas ficam sem resposta. Cabisbaixo, não acreditando no que lhe está a suceder e aterrorizado, ele é levado da sala para receber o seu castigo.

 

Que coisa terrível é podermos um dia encontrar-mo-nos nessa situação! E, contudo, é exactamente isto que todos nós podemos vir a enfrentar. Quando nos encontrarmos perante Deus, sendo apresentadas as provas dos nossos pensamentos, palavras e acções, haverá somente um veredicto que merecemos. Não teremos bases legais para esperarmos qualquer outro. Não haverá outro tribunal ou instância superior ao tribunal de Deus para o qual possamos apelar. Não haverá desculpas ou falhas na lei que possam ser habilmente utilizadas para ultrapassar a situação. Baseado nos nossos pensamentos, palavras e acções apresentar-nos-emos como “Culpados” perante o nosso Criador. Tiraremos bem pequena satisfação em saber que Deus é justo em todos os Seus juízos.

 

Reflexão:

 

Qual é a atitude de Deus perante o pecado? Podemos descrever algo que nos ajude a ilustrar a atitude de Deus nesta matéria?

 

Questões para estudo:

 

De acordo com as seguintes passagens, como caracterizaria “pecado”?

a)     1.João 3:4

 

b)     1.João 5:17

 

c)      Romanos 14:23

 

d)     Mateus 25:44-46

 

Qual a relação natural do homem com o pecado? Romanos 3:9-18. Será que estes versículos exageram na descrição da condição pecaminosa do homem? Dê exemplos que suportem a sua resposta.

Que papel desempenha a lei na relação do homem com o pecado? Romanos 3:19, 20; 7:7. Será que a lei justifica ou condena o homem? De que forma? Romanos 7:8-13.

Quais são as consequências do pecado? Romanos 2:8-9; Tiago 1:14-15; Apocalipse 20:12-15.

 

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CONDENAÇÃO (2ª PARTE)

 

 

Texto base: Rom. 3:10-20 (Reler)

 

Introdução (Contin.):

 

Qual é a consequência de um veredicto de “Culpado”? – A morte, o resultado da condenação.

 

É esta uma condição que não deixa qualquer esperança? Efectivamente é, se não formos capazes de reconhecer a perigosa situação em que nos encontramos e não a procurarmos remediar. Até que reconheçamos e aceitemos a nossa condição de pecadores perante Deus, arrependendo-nos, caminharemos numa via cheia de perigos que culminará na nossa destruição.

 

A reflexão sobre a nossa condenação perante a face de Deus não é um estudo agradável. Não desejamos que nos lembrem as nossas fraquezas humanas e o nosso percurso pecaminoso. Apesar deste estudo se poder revelar desagradável, é de longe preferível que o encaremos do que nos mantermos na ignorância das consequências da condenação.

 

Antes de nos decidirmos a procurar uma solução para ultrapassar a nossa condenação, temos a obrigação de reconhecer que temos um problema e que não podemos adiar a sua solucão.

 

Questões para estudo (Contin.):

 

Face a que pecado é que somos condenados – ao pecado de Adão, ao dos nossos antepassados, ao dos nossos filhos ou dos nossos próprios? Deuteronómio 24:16; Ezequiel 18:4, 20; Romanos 2:12.

Quais são as consequências do pecado de Adão e Eva? Receberemos nós o pecado de Adão, a sua punição, as suas fraquezas? Romanos 5:12-18; 1.Coríntios 15:21-22

Porque razão não pode o homem viver sem pecar? Romanos 7:14. Qual o apelo de Paulo quanto a esta condição? Romanos 7:24.

Que grau de pecado nos pode conduzir à condenação perante Deus? Tiago 2:10; 1.Pedro 4:17-18; 2.Coríntios 5:10.

Outras questões a responder:

 

·        Onde nos coloca o pecado na nossa relação com Deus?

 

·        Qual deverá ser a nossa resposta?

 

A segunda milha:

 

Que significado devemos atribuir à frase: “...e há pecado que não é para morte” – 1.João 5:17?

 

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JUSTIFICAÇÃO (1ª PARTE)

 

 

“Pois assim como por uma só ofensa veio o juízo sobre todos os homens para condenação, assim também por um só acto de justiça veio a graça sobre todos os homens para justificação de vida” – Rom. 5:18

 

Texto base: Rom. 5:6-21

 

Objectivo do estudo:

 

Examinar a resposta de amor oferecida por Deus para a condenação – a oferta da justificação.

 

Introdução:

 

“Não é justo!” Quantas vezes nos ocorrem estas palavras ao pensamento quando nos sentimos desconsiderados, postos de lado, incompreendidos ou abusados. A nossa auto-confiança fica abalada, levando-nos a expressar a nossa indignação: “Fui maltratado!” Como é que alguém se atreveu a enganar-nos ou a mentir-nos ou a usar-nos de forma indevida! Aspiramos a um julgamento “justo” que nos dê satisfação, que nos vingue da afronta e nos dê aquilo a que temos direito. No nosso desejo de sermos tratados de forma justa apelamos para Deus, por justiça.

 

É contudo irónico que, conforme vimos nas duas últimas lições, o tribunal da justiça de Deus enaltece a nossa própria justiça. Um apelo à justiça de Deus coloca-nos em perigo. Quando apelamos para Deus àcerca da justiça das nossas acções, só podemos esperar más notícias.

 

A boa notícia é que a justiça é somente um dos aspectos do carácter de Deus. Deus é também o Deus que revela um amor inultrapassável. Em amor, Ele enviou o Seu Filho para levar sobre Si a nossa sentença de morte. Jesus já morreu pelos nossos pecados. A questão a que temos de responder é “Será que eu aceito ou rejeito esta oferta de amor?”.

 

Reflexão:

 

De que forma é que o nosso sentido de justiça difere do de Deus? Como é que o grau de justiça que desejamos para nós depende da nossa posição em relação à nossa própria justiça?

 

Questões para estudo:

 

1.      De acordo com as passagens seguintes, diga qual é a base da nossa justificação:

 

a)     Romanos 3:24

 

b)     Romanos 3:28

 

c)      Romanos 5:9

 

d)     Romanos 8:33

 

São estas passagens contraditórias? De que forma é que cada uma delas se relaciona com as outras quanto ao conceito de justificação?

 

2.      De que forma é servida a justiça através de Cristo? Hebreus 9:24-28; 2.Coríntios 5:21; Romanos 5:6-11.

 

3.      Nas últimas lições estudámos Romanos 5:12-21 em relação ao pecado de Adão. Agora vamos considerá-lo em relação a Cristo. O que nos é oferecido por Cristo em contraste com o que nos é oferecido por Adão?

 

4.      Como diferenciamos um salário de uma oferta? Como é que isto se relaciona com a nossa justificação? Romanos 11:6; João 3:16; Efésios 2:8-9.

 

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JUSTIFICAÇÃO – 2ª PARTE

 

 

Texto base: Rom. 5:6-21 (Reler)

 

Introdução (Contin.):

 

Não é à justiça de Deus que devemos apelar, mas antes ao Seu amor, que é dador da vida. A vontade de Jesus em pagar o preço pelos nossos pecados satisfaz a justiça de Deus e torna-nos elegíveis para podermos receber o Seu amor.

 

A justificação é um termo legal que fala da nossa libertação perante o tribunal de Deus. A justiça foi satisfeita! Fomos libertados da sentença de morte do tribunal. Por outras palavras, tornámo-nos justos aos olhos de Deus.

 

A mensagem do Evangelho é a mensagem da justificação encontrada em Jesus. Da próxima vez que tenha necessidade de gritar “Não é justo!” pense nisto: não foi justo que o Senhor Jesus, que nunca pecou, tenha morrido pelos nossos pecados. Isso é amor.

 

Questões para estudo (Contin.):

 

As questões seguintes: “a justiça que é pela lei” e “a justiça que é pela fé” tal como são abordadas em Romanos 10:1-13.

a)     De que forma são estabelecidos estes dois tipos de justiça? O que podemos considerar como “a justiça de Deus”? Porquê? Vers. 1-5.

 

b)     Onde deve cada um procurar encontrar “a justiça que é pela fé?” Vers. 6-8.

 

c)      O que é necessário para que cada um receba em si mesmo esta justiça? Vers. 9-13.

 

Comente a frase: “somos salvos pela fé, mas a fé que salva nunca está sózinha”. O que é a fé que salva e de que forma ela é demonstrada? Tiago 2:14-26.

O que quer dizer Paulo quando usa a expressão “em Cristo”? Como é que esta expressão se pode relacionar com o conceito de justificação? Gálatas 3:26-29; Filipenses 3:7-11; Colossenses 1:19-23.

Outras questões a responder:

 

·        Que resposta somos encorajados a dar baseados no conhecimento da justificação?

 

·        Será que basta ser “boa pessoa”? Porque não?

 

A segunda milha:

 

Defina: expiação, reconciliação, redenção e propiciação. De que forma é que cada um destes termos se relaciona com a justificação encontrada em Jesus Cristo?

 

SANTIFICAÇÃO (1ª PARTE)

 

 

“Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor” – Heb. 12:14

 

Texto base: João 17:13-21

 

Objectivo do estudo:

 

Examinar o conceito de santificação e compreender que o nosso nascimento espiritual nos deverá conduzir à maturidade espiritual através da santificação.

 

Introdução:

 

“Conta-me isso de novo!”. Há histórias que nunca nos cansamos de as ouvir. Cantamos, “Fala-me dessa velha, velha história, das coisas de cima que não vemos, de Jesus e da Sua glória, de Jesus e do Seu amor”. Adoramos ouvir histórias que enchem o nosso coração de alegria. As nossas mentes confusas são refrescadas pelas claras verdades da Palavra de Deus. “Diz-me de novo o que Deus fez por mim, como Jesus me trouxe a salvação”.

 

Mas, a Antiga História não abarca toda a história se não incluir igualmente o que Deus espera de nós. A história completa inclui também a instrução para que percorramos o caminho da salvação, o qual é o tema destas lições – “A Santificação”.

 

Poucas palavras são tão “religiosas” como a palavra santificação. Ela descreve a separação de Deus. Deus está separado de tudo pela virtude da Sua pureza e justiça. Tudo o que é santificado é colocado à parte, separado, para o propósito e serviço de Deus.

 

Reflexão:

 

A água pode conter muitas matérias contaminantes (minerais, metais pesados, cloro, pesticidas, micro-organismos, etc.). Como é que avaliamos a pureza da água? Quando é que essa pureza se torna aceitável? Como é que este exemplo se pode aplicar à nossa vida espiritual?

 

Questões para estudo:

 

1.      Defina os seguintes termos (use um dicionário se for necessário).

 

a)     Santificação

 

b)     Santo

 

c)      Consagração

 

De que forma se relacionam estes termos) O que têm em comum?

 

2.      De que artigos, lugares, pessoas, etc., nos são falados nas Escrituras quando estes termos são mencionados? Porquê? (Para possibilitar o seu enquadramento, leia Génesis 2:2-3; Êxodo 29:44; Levítico 20:26)

 

3.      Como devemos considerar a nossa santificação à luz da exigência das Escrituras? 1.Coríntios 6:18-20.

 

4.      Separação e serviço são dois factores importantes relacionados com a santificação ou santidade. Examine de que forma estes elementos aparecem referidos em João 17:14-20.

 

a)     Qual deve ser a nossa relação com o mundo?

 

b)     Que responsabilidade foi dada aos discípulos, de acordo com os vers. 18 a 20?

 

c)      Qual o significado do vers. 17? Ver João 15:3; Efésios 5:26-27. O que é esta “palavra” que conduz à santificação? João 1:14-17.

 

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SANTIFICAÇÃO (2ª PARTE)

 

 

Texto base: João 17:13-21 (Reler)

 

Introdução (Contin.):

 

Na santificação do povo de Deus há três aspectos a considerar. Estes podem ser definidos da seguinte forma:

 

a)     Santificação reconhecida – recebemos este tipo de santificação quando aceitamos Cristo como o nosso Salvador e Senhor. Fomos separados do pecado para Deus através da perfeição de Jesus. Esta perfeição foi-nos creditada. A santificação reconhecida está intimamente relacionada com a nossa justificação.

 

b)     Santificação progressiva – lutamos por uma santificação progressiva como parte integrante da nossa experiência cristã. É a nossa resposta em amor à justificação que recebemos em Cristo. Este é o aspecto da santificação que fica à nossa responsabilidade.

 

c)      Santificação perfeita – seremos integral e perfeitamente santificados quando Cristo voltar e formos transformados à Sua imagem. A santificação perfeita está relacionada intimamente com a nossa glorificação.

 

Nesta lição e nas que se seguem vamos dar ênfase na santificação progressiva – a nossa resposta à salvação. Os escritores da Bíblia não classificaram estes três aspectos da salvação, mas estas distinções poderão revelar-se proveitosas quando comparamos as diferentes formas pelas quais a santificação é abordada nas Escrituras.

 

A santificação faz parte da Velha História, sobre a qual muitos revelam não ter tempo para a ouvir. Eles sentem-se muito mais confortáveis ao ouvir as partes sobre o que Jesus faz por nós. A parte da História que nos aponta e instrui nos caminhos da justiça é intencionalmente posta de lado ou ignorada. Estamos nós disponíveis e interessados em ouvir toda a História?

 

Questões para estudo (Contin.):

 

3.   O que é que precede o processo de santificação (crescimento espiritual)? João 3:3-8. Porque é que isto é essencial? De que forma difere a santificação da justificação?

 

4.   O que é que foi colocado à nossa disposição para nos ajudar no processo de santificação? João 16:13; Romanos 8:13-14; 2.Tessalonicenses 2:13.

 

5.   Quais os dois aspectos da santificação que podem ser encontrados em 1.Coríntios 1:2? (Considerar as frases “aos santificados em Cristo” e “chamados santos ou chamados para ser santos”)

 

6.   O que nos é transmitido a respeito da santidade em Hebreus 12:14? Que importância é colocada na santidade neste texto?

 

Outras questões a responder:

 

·        Cosiderando as perguntas do ponto 8 acima, entende que o processo de santificação é algo que possa ser encarado de ânimo leve?

 

·        Que outras opções estão à disposição do cristão no tocante à santificação?

 

·        Tem algo consistente na sua vida que lhe revele que já está a percorrer o caminho da santificação?

 

A segunda milha:

 

De que forma é que o incidente relatado em Levítico 10:1-3, 8-11 se relaciona com a nossa santificação?

 

 

 

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GLORIFICAÇÃO (1ª PARTE)

 

 

“Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não é manifestado o que havemos de ser. Mas sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele; porque assim como é o veremos” – 1.João 3:2

 

Texto base: 2.Coríntios 3:1-18

 

Objectivo do estudo:

 

Examinar a glorificação que está reservada ao povo de Deus num futuro breve e a glória que já hoje é possível antever numa forma ainda limitada.

 

Introdução:

 

As pirâmides do Egipto, uma das sete maravilhas do mundo antigo, ainda hoje permanecem de pé. Numa época elas consumiram todos os recursos de um grande império do passado. Estes monumentos foram a corôa de glória de alguns reinos. Fornecidos de objectos de grande riqueza, não foram mais do que túmulos preparados para imortalizar alguns governantes. Hoje permanecem como símbolos da glória do homem.

 

Mas as pirâmides já não são o que eram no passado. As suas superfícies lisas estão há muito desgastadas. O seu interior foi objecto de roubos e vandalismo, e os seus “habitantes” foram escarnecidos enquanto os seus roubadores retiravam as riquezas destes “imortais”, perturbando o seu descanso. Agora, as pirâmides ali jazem vazias tal como a fé que esteve na origem da sua construção. Estão a dissolver-se e a serem consumidas pelo deserto, símbolos da glória cadente dos humanos.

 

Sem qualquer excepção, a glória humana pode ser sempre distinguida da de Deus. A humana é breve e acaba por perder o brilho. Mas a glória de Deus nunca se desvanece! A única ocasião em que a glória humana não se desvanecerá será quando Deus partilhar a Sua glória com os seus santos.

 

Reflexão:

 

Quais são as características humanas (físicas, mentais, espirituais) que gostaria de ver modificadas em si? Porquê? De que forma é que podemos relacionar essa mudança com a glorificação?

 

Questões para estudo:

 

1.   Quando falamos da nossa glorificação na sua última e perfeita condição, qual é o evento de que estamos à espera? 1. Coríntios 15:39-44, 51-54.

 

2.   Existe um aspecto actual da glorificação e um outro futuro? De que forma? João 17:22; Romanos 8:30.

 

3.   A leitura das Escrituras dá-nos a conhecer alguns graus de glória. Como é que Paulo compara o “ministério da condenação” e o “ministério da justiça”? O que representam estes dois ministérios? 2.Coríntios 3:7-11.

 

4.   Que falhanço foi apontado a Israel por Paulo para que diga que Israel perdeu uma maior glória? 2.Coríntios 3:12-16.

 

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GLORIFICAÇÃO (2ª PARTE)

 

 

Texto base: 2.Coríntios 3:1-18 (Reler)

 

Introdução (Contin.):

 

Deus é glorioso em toda a dimensão do Seu carácter. Ele irradia toda a Sua majestade em tudo o que foi criado. Na realidade, comparada com a glória de Deus, todas as restantes empalidecem. Contrastando com a glória de Deus, a glória do homem está manchada pelo pecado, ignorância, fraqueza, imperfeição e morte.

 

Vem um tempo, contudo, em que estas falhas serão completamente removidas das nossas vidas. Experimentaremos, então, uma glória muito para além da nossa presente compreensão. É a esta nova condição que chamamos glorificação. A glorificação acompanha a justificação e a santificação, em oposição à nossa natural condição de condenados.

 

As pirâmides são completamente insignificantes comparadas com o universo criado por Deus. Da mesma forma, a glória dos constructores das pirâmides é reputada como nada quando comparada com a glória que Deus dará àqueles que O amam.

 

Questões para estudo (Contin.):

 

5.      Como ou porque razão muitos que não crêem perdem a glória de Deus na idade da divulgação da mensagem do Evangelho? 2.Coríntios 4:1-4; ver também Mateus 6:2; Filipenses 3:19; 1.Pedro 1:24.

 

6.      Onde devemos procurar a nossa glória? 2.Coríntios 3:18; 4:5-7; 10:17; Gálatas 6:14. Da glória de quem nos fala Paulo em 1.Tessalonicenses 2:19-20?

 

7.      Quais os benefícios mútuos Cristo e o Seu povo recebem um do outro, de acordo com 2.Tessalonicenses 1:10-12 e 2:13-14? De que forma?

 

8.      Que características estarão em nós como seres glorificados? 1.Coríntios 15:50-54; Lucas 20:35-36; Filipenses 3:21. O que é que 1.João 3:2 acrescenta a respeito da nossa futura condição? O que é que este versículo admite? Deveremos ficar enfraquecidos pela falta de conhecimento a respeito das características que iremos possuir no Reino Eterno de Deus?

 

Outras questões a responder:

 

·        Que imagens de glória entram no seu espírito quando considera o que o futuro nos reserva com a vinda de Cristo?

 

·        Temos o direito de antecipar essa glória?

 

·        Porquê?

 

A segunda milha:

 

Estude e explique de que forma estão relacionados os termos condenação, justificação, santificação e glorificação.

 

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SANTOS – 1ª PARTE

 

 

“Porque eu sou o SENHOR, que vos fiz subir da terra do Egipto, para que eu seja vosso Deus, e para que sejais santos; porque eu sou santo” – Apoc. 1:19

 

Texto base: Isaías 6:1-8

 

Objectivo do estudo:

 

Tomar consciência que um Deus santo, na Sua escolha, exige um povo que seja caracterizado pela santificação e por uma vida cheia de santidade.

 

Introdução:

 

O que significa ser “santo”? Santo é a tradução da expressão grega que literalmente quer dizer “o santo” (em inglês “holy one”). Na língua portuguesa o seu significado é “separado”. Ora nas coisas do espírito, santo quer dizer separado do pecado e da concupiscência que há no mundo. Alguém que aspira a viver num mundo diferente deste, tal como as promessas de Deus confirmam na Sua Palavra. Como nos diz em 1.Pedro 1:14: “Como filhos obedientes, não vos conformando com as concupiscências que antes havia em vossa ignorância”.

 

O que é que qualifica uma pessoa com esta distinção? A resposta pode surpreender muitos de nós. De uma forma habitual, costumamos usar a palavra santo para designar alguém  que atingiu um nível excepcional de santidade. Na cabeça de muitos, um santo não é um vulgar cristão que luta por agradar a Deus. Ele é um cristão que está à beira da perfeição moral. Uma vez que poucos de nós são suficientemente audaciosos para reclamar esta distinção, humildemente negamos que ela nos possa ser aplicada.

 

De uma forma compreensível somos relutantes em proclamar a nossa santidade. Não só porque tal evidenciaria uma certa dose de orgulho e, por isso mesmo, contraditrório com o Espírito que nos deve governar, mas também porque tal condição é extremamente exigente e pesada. Quem precisa de viver sob tamanha pressão para ser perfeito? Quem mesmo deseja conviver com alguém que reclama para si o ser perfeito?

 

Reflexão:

 

Quais são as características da santidade? De que forma é a verdadeira santidade diferente de uma atitude “mais santo do que...”?

 

Questões para estudo:

 

1.      Como é descrito o carácter de Deus em Isaías 6:1-8? Porque mostra Isaías temor? De que é que ele toma consciência àcerca da relação do homem com Deus?

 

2.      O que é dito àcerca do Nome de Deus? Porquê? 1.Crónicas 16:10, 35; Salmo 33:21; 103:1. Sobre quê jura Deus em Amós 4:2? Porquê?

 

3.      O que é pedido ao povo escolhido de Deus? Levítico 11:44-45. Qual é a base para esta relação? Deuteronómio 7:6-8; 26:18-19. Como é que a “razão” de Deus para a escolha de um povo se relaciona com a Sua “exigência” para esse mesmo povo?

 

4.      O que é reconhecido em Jesus? Lucas 1:35; 4:34; João 6:69.

 

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SANTOS (2ª PARTE)

 

 

Texto base: Isaías 6:1-8 (Reler)

 

Introdução (Contin.):

 

Benjamim Franklin expõe de forma precisa as dificuldades da nossa luta para atingirmos a perfeição moral. Ela partilhou essa sua experiência na sua obra “A autobiografia”. “Foi por esta altura que eu concebi o árduo e arrojado projecto de atingir a perfeição moral. Desejei viver sem cometer qualquer falta em tempo algum; eu dominaria todas aquelas acções a cuja natural inclinação, costume ou companhia eu fosse conduzido. Tal como eu sabia, ou pensava que sabia, tudo o que fosse certo ou errado, eu não veria obstáculo em fazer o primeiro, evitando o segundo. Mas depressa me dei conta de que tinha abraçado uma tarefa com uma dificuldade maior do que a que tinha imaginado. Enquanto o meu cuidado era dirigido em me guardar de um mal, depressa era surpreendido por outro; o hábito tomou a vantagem da desatenção; a inclinação era muitas vezes mais forte que a razão”.

 

Esta estrada para alcançar a santidade é precária. Afortunadamente, a própria ideia de “alcançar” a santidade é uma concepção errada. Um santo não é alguém que alcançou a algum nível elevado de perfeição, mas antes uma pessoa que se sujeita ao processo de santificação. Todos os que são chamados para Cristo são chamados de “santos”, “santificados”, crentes que se santificam.

 

A importância de ser um santo torna-se tanto mais evidente quanto mais estudamos do carácter santo de Deus e do Seu Filho. A nossa relação com Deus depende da aceitação da Sua santidade nas nossas vidas. Deus entrará somente em comunhão com os Seus santos. Fazemos nós parte desta comunidade?

 

Questões para estudo (Contin.):

 

5.      Quem são os santos de Deus apontados pelo Novo Testamento? 1.Pedro 2:9; 1.Coríntios 1:2; 14:33.

 

6.      O que é exigido aos santos? 1.Pedro 1:15-16; 2.Timóteo 1:8-9.

 

7.      O que reserva o futuro para os santos de Deus?

 

a)     Actos 20:32

 

b)     Zacarias 14:5; 1.Tessalonicenses 3:13; 4:15-17.

 

c)      Isaías 62:10-12; Apocalipse 20:6

 

d)     Apocalipse 21:3-7

 

Outras questões a responder:

 

·        Considera-se santo segundo o grau de exigência de Deus para o Seu povo?

 

·        Se não, porquê?

 

·        Não deve este termo expressar o nosso carácter e desejo de santidade para Cristo?

 

A segunda milha:

 

Que significa “ósculo santo” mencionado em 1.Coríntios 16:20; 2.Coríntios 13:12; 1.Tessalonicenses 5:26; 1.Pedro 5:14?

 

 

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PENSAMENTOS SANTOS (1ª PARTE)

 

 

“Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração; prova-me, e conhece os meus pensamentos. E vê se há em mim algum caminho mau, e guia-me pelo caminho eterno” – Salmo 139:23-24

 

Texto base: Mat. 15:10-20

 

Objectivo do estudo:

 

Ponderar todos os pensamentos que nós, como homens e mulheres santos, deveremos albergar e a forma como deveremos ser capazes de pensar desta forma, consistentemente.

 

Introdução:

 

O cérebro humano não tem paralelo em toda a sua complexidade. É difícil, se não mesmo impossível, compreender a forma como esta massa biológica pode desenvolver tarefas tão incríveis. O cérebro não controla somente como o nosso corpo deve funcionar, mas ainda nos permite perceber tudo o que nos rodeia através dos nossos sentidos. Ele toma decisões baseadas nas nossas percepções. É capaz de pensar mesmo em termos abstractos. Armazena informação na memória e forma toda uma identidade que reflecte a nossa personalidade e comportamento.

 

Poderá o nosso ser ser explicado pelo facto de que somos uma engenhosa máquina biológica? É a nossa imagem física suficiente para explicar o que nos torna humanos? Ou existe algo mais que Deus nos deu que nos torna em mais do que uma mera máquina? Somos realmente diferentes do reino animal ou essa diferença é simplesmente aparente?

 

O homem foi feito à imagem de Deus. Ele foi dotado de capacidade para realizar ligações complexas com o próprio Deus e com outras pessoas. O homem é capaz de estabelecer relações que não estão inscritas nos seus próprios instintos e na sua auto preservação, mas no amor.

 

Reflexão:

 

Que factores influenciam o pensamento humano? Nomeie alguns factores e explique como e em que medida eles podem exercer a sua influência. Tenha em conta que Deus odeia o coração que maquina pensamentos perversos (Provérbios 6:18a)

 

Questões para estudo:

 

1.      Que importância é dada aos pensamentos do homem quando os comparamos com as suas acções em Mateus 5:21-22, 27-28? É o pensamento desobediente tão sério quanto o comportamento desobediente? Porquê?

 

2.      O que nos é dito àcerca dos pensamentos dos ímpios? Génesis 6:5; Salmos 10:4; Isaías 59:7.

 

3.      Qual a questão a que Jesus dá ênfase àcerca dos pensamentos do coração em Mateus 15:10-20

 

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PENSAMENTOS SANTOS (2ª PARTE)

 

 

Texto base: Mat. 15:10-20 (Reler)

 

Introdução (Contin.):

 

Há muito mais a dizer sobre o homem do que aquilo que nos pode ser revelado num laboratório. E também muito mais há para saber àcerca dos pensamentos do homem do que as complicadas séries de reações químicas e impulsos eléctricos do cérebro. Deus deu a cada um de nós a capacidade para pensar, a qual funciona através de sistemas biológicos mas que não estão subordinados ou dependentes das leis físicas ou das do acaso.

 

Se isto não fosse verdadeiro, então não teríamos liberdade de escolha. As nossas acções seriam pré-determinadas pela estrutura do nosso cérebro e a informação física que ele recebe. Quando postos em movimento, nós simplesmente viveríamos as nossas vidas reagindo ao mundo que nos rodeia de uma forma complexa, ainda que de uma maneira estrictamente prescrita. Os nossos pensamentos, as nossas experiências, as nossas vidas, seriam baseadas em leis físicas e químicas que determinariam as nossas decisões por nós.

 

Estamos gratos porque esta condição deprimente não é a nossa. Deus dotou-nos de liberdade de pensamento e de escolha. É esta condição que nos separa dos animais. É assim que somos criados à imagem de Deus. A liberdade de escolha dá-nos uma responsabilidade, como santos do Altíssimo, para escolhermos o que está certo e afastarmos o que está errado. Temos para isso que disciplinar os nossos pensamentos e meditar em tudo o que é santo e saudável.

 

Questões para estudo (Contin.):

 

4.      Para onde devemos olhar para encontrarmos e desenvolvermos as nossas referências em tudo o que é o pensamento santificado? Quão fácil é mantermos um pensamento santificado?

 

a)     2.Coríntios 10:3-5

 

b)     Hebreus 4:12-13

 

c)      Romanos 8:5-6, 14

 

5.      De que forma difere o “pensamento espiritual” do “pensamento natural”? 1.Coríntios 2:14-16. O que quer dizer a frase “mas nós temos a mente de Cristo”?

 

6.      No que respeita ao pensamento, que aviso nos é feito por Paulo em Romanos 12:3? Porque razão dá ele ênfase especial a esta questão? 1.Timóteo 3:6.

 

7.      Em que coisas somos aconselhados a pensar? Filipenses 4:8. Defina algumas destas questões e dê exemplos de como o podemos fazer.

 

Outras questões a responder:

 

·        Considera que os “pensamentos pecaminosos” são inevitáveis e, por isso mesmo, aceitáveis, desde que se circunscrevam somente ao nível do pensamento?

 

·        É isto verdade?

 

·        O controlo dos seus pensamentos faz parte do processo de santificação?

 

·        O que faz para promover a santificação em si através dos seus pensamentos?

 

A segunda milha:

 

Existe alguma diferença entre “pensamento pecaminoso” e “tentação”? Defina estes termos, depois compare-os e ofereça uma resposta a esta questão.

 

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