Preocupação

Leis

Procurem

Caminho

Falsos

AFASTANDO A PREOCUPAÇÃO E ANSIEDADE – 1ª PARTE

 

 

"É por isso que eu vos digo: Não andem preocupados com o que hão-de comer ou beber, nem com a roupa de que precisam para vestir. Não será que a vida vale mais do que a comida, e o corpo, mais do que a roupa? Olhem para as aves do céu, que não semeiam, nem colhem, nem amontoam grão nos celeiros. E no entanto, o vosso Pai dá-lhes de comer. Não valem vocês muito mais do que as aves?”   Mateus 6.25-26

 

“Não se aflijam com coisa nenhuma, mas em todas as orações peçam a Deus o que precisam, com espírito de gratidão.”  Filipenses 4.6

 

Texto base: Mateus 6.25-34

 

Objectivo do estudo: aprender a importância de pôr a confiança em Deus para as nossas necessidades e de não se deixar vencer pelas preocupações e ansiedades.

 

Introdução

 

“Não estejam absorvidos pelas necessidades desta vida, pois não é a própria vida o vosso bem mais precioso? E como obtiveram vocês a vida? Foi pelo vosso esforço? Claro que não. Então de onde vem a vida? É um dom de Deus.”

 

Estas palavras resumem o que Jesus desejava que a humanidade soubesse, baseado na sua mensagem de Mateus 6:25 em diante. As ideias transmitidas por Jesus são profundas, poderosas e frequentemente esquecidas. Nenhum ser humano decidiu adquirir a sua vida, porque se estamos vivos tal deve-se apenas ao poder de Deus.

 

A vida é um dom de Deus. Podemos imaginar que Deus nos deu a vida e depois simplesmente se retirou? Será que Deus se negaria  a si mesmo, deixando a humanidade fora Daquele que mantem a vida? Será que o Criador negaria os meios que Ele próprio concebeu para manter e formar a vida?

 

Podemos estar seguros de que o Senhor tem os seus próprios métodos de fazer com que as coisas continuem. Podemos estar seguros que não nos temos que preocupar acerca da criação e das nossas próprias vidas. Mas não nos preocuparmos não significa ficar indiferente. Precisamos de seguir em frente: preparando, plantando e cultivando, e colhendo a seu tempo.

 

Deus providenciou o suficiente para a nossa existência mortal. Assim como Ele providenciou generosamente para nós o dom da vida, Ele dará com a mesma generosidade, para que essa vida se mantenha.  A preocupação afasta-nos da providência divina. A palavra traduzida por “inquietação” ou “preocupação” significa ter uma preocupação obsessiva e que absorve tudo o resto; é por isso que Jesus pega neste tema no contexto das necessidades materiais. Esta preocupação sufoca o papel de Deus como garante principal das nossas vidas.

 

Quando nos lembramos que Deus é o garante de todo o Universo, inclinamo-nos a pensar que existe da Sua parte um plano para tudo aquilo que existe, incluíndo para nós próprios. A Fé é o ingrediente necessário para que nos alegremos no plano de Deus. Cristo identificou bem o problema dos que andam preocupados de forma doentia: “Ora, se Deus veste assim a erva do campo, que hoje existe e amanhã é queimada, quanto mais vos há-de vestir a vocês, ó gente sem fé?” (Mateus 6.30).

 

A Fé resolve a preocupação.

 

Quando acreditamos plenamente em Deus, as nossas ansiedades são vencidas. A vida do crente não é uma tentativa parta alcançar algo, ela deve ser vivida com a plena certeza de que existe em cada um de nós uma intenção de Deus. Essa intenção é que cada um de nós possa viver tirando o máximo pela comunhão com o Criador e, assim, vencer o medo e as angústias que sufocam a vida presente.

 

Jesus disse-o da melhor forma: “Portanto, não devem andar preocupados com o dia de amanhã, porque o dia de amanhã já terá as suas preocupações. Basta a cada dia o seu mal." (Mateus 6.34). Quando confiamos ao Senhor nas nossas vidas, podemos caminhar com Ele em paz.

 

O trabalho é uma dádiva e uma responsabilidade

 

Uma das formas pelas quais Deus providencia a solução para as nossas necessidades é através do trabalho. Ele também nos dá a força e inteligência, as capacidades e a energia necessárias.

 

O trabalho é uma benção, não uma maldição.

 

“O Senhor Deus colocou o homem no jardim de Éden, para nele trabalhar e para o guardar.” Génesis 2.15

 

Após a queda de Adão e Eva devido ao pecado, o trabalho tornou-se mais difícil, mas ele continua a ser necessário para o suprimento das necessidades humanas.

 

Deus requer responsabilidade dos seus filhos quanto à necessidade de garantirem o seu sustento e o da sua família. Paulo critica aqueles que não assumem essa responsabilidade (2Tessalonicenses 3.6-12). O seu mandamento é que aqueles que não trabalham, tendo para isso capacidade, não devem ter direito ao sustento (v10).

 

Referências para a preparação do estudo: Mateus 6.24-34; Lucas 12.22-34; 10.38-42; Salmo 104.

 

Questões para estudo:

 

1)

 

a)     Qual o príncipio estabelecido no Salmo 34.9-10?

 

b)     Como pode este conceito ter impacto na mente do crente?

 

c)      Como é que ele se relaciona com a introdução do estudo da semana anterior?

 

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AFASTANDO A PREOCUPAÇÃO E ANSIEDADE – 2ª PARTE

 

 

Leia novamente o estudo anterior.

 

Questões para estudo:

 

2)

 

a)     O que lhe causa pessoalmente maior grau de preocupação? Porquê?

 

b)     Note a repetição do mesmo conceito em Mateus 6.25,31,34. Porque será que neste ponto do seu discurso Cristo faz este tipo de repetição?

 

3)

 

a)     Quais as  razões para tantas ansiedades na nossa  vida? Leia a última parte de Mateus 6.30.

 

b)     Como se relaciona Romanos 8.32 com este tema?

 

4) Como podemos compreender que a vida pelo poder de Deus nos dará o necessário, sem dar lugar à preguiça e ao ócio? 2Tessalonicenses 3.10-12; Génesis 2.15; 3.19.

 

5)

 

a)     O que nos ensina Hebreus 4.13 acerca da natureza de Deus?

 

b)     Quais as expectativas que Deus pode ter em relação a cada um de nós relacionadas com o estudo deste tema?

 

c)      Qual a evidência na sua vida nesta área que demonstra que, como cristão(ã), você tem diferenças em relação ao mundo que o rodeia?

 

6) Como correlaciona Mateus 6.33 com 2Coríntios 4.17-18?

 

7) Como se correlaciona a comunhão intíma com Deus e a libertação da ansiedade? Leia 1Timóteo 4.8; Salmo 84.11.

 

Conclusão: Aprender como viver um dia de cada vez é uma grande lição de sabedoria. De certa forma é importante esquecer o ontem e o amanhã, para que o hoje seja o mais importante dia das nossas vidas. Não necessitamos de anular a importância do dia presente com as preocupações quanto ao futuro. Devemos deixar a preocupação acerca do amanhã para Aquele que criou o amanhã. Quando lá chegarmos Ele já estará lá à nossa espera providenciando a nossa vida presente.

 

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AS LEIS DO JULGAMENTO – 1ª PARTE

 

 

"Não julguem ninguém e assim Deus não vos julgará! É que Deus há-de julgar-vos do mesmo modo que vocês julgam os outros, e usará a mesma medida que vocês usarem para os outros.”   Mateus 7.1-2

 

“Não devem julgar segundo as aparências, mas segundo o que é justo."  João 7.24

 

Texto base: Mateus 7.1-6

 

Objectivo do estudo: aprender os ensinamentos de Jesus acerca do julgamento de outros e confirmar a importância de possuir um correcto discernimento das situações.

 

Introdução

 

O Sermão da Montanha permanece como o maior sermão jamais feito. Ele desenvolve-se e centra-se nas características da vida do crente neste mundo.

 

O Sermão começa com uma descrição do carácter cristão, seguido de uma reflexão acerca da prática diária neste mundo. O crente é chamado a ser o sal da terra e a luz do mundo, de forma a ter impacto no mundo em que vive.

 

O Mestre ensina também como nos devemos relacionar com a lei divina. A Sua explicação vai muito mais além, em perfeição e obediência, em relação às interpretações rígidas e, por vezes, deturpadas de escribas e fariseus. Podemos entender pelos ensinamentos de Jesus como conjugar a lei de Deus com o Evangelho da Salvação.

 

O capítulo 6 de Mateus dá-nos uma perspectiva do crente fiel vivendo no mundo em relação de plena amizade com Deus. Ele diz-nos que o Pai está sempre presente, tem de tudo conhecimento, quer do que é público, quer do que se passa em privado.

 

O que de bom o crente fizer – contribuição, oração, jejum – está sob a direcção de Deus. É Ele quem nutre e faz crescer o nosso ser espiritual. Estarmos conscientes dessa presença e ajuda divinas chega-nos para que as nossas necessidades possam ser satisfeitas. Tudo o que fica aquém disso, sendo feito apenas para satisfação pessoal ou para impressionar os outros é fútil.

 

Jesus reflecte acerca dos perigos da vida neste mundo, especialmente no perigo de pôr as nossas prioridades nas coisas materiais. Só a confiança em Deus pode trazer paz e segurança. A Sua dedicação e preocupação pela humanidade está para além da nossa compreensão.

 

Esta lição aconselha-nos acerca do nosso relacionamento com os outros, especialmente nas áreas do julgamento e da crítica. Jesus manda-nos ser cautelosos, no sentido de não sermos demasiadamente precipitados na crítica aos outros, esquecendo-nos das nossas próprias faltas. Para evitar sermos hipócritas, devemos pedir a Deus o perdão e a remoção das nossas próprias faltas, antes de nos dirigirmos aos outros condenando as suas imperfeições. Quando nós julgamos os outros de forma pouco sábia, Deus irá reflectir esse critério em nós próprios.

 

Dizendo que não devemos julgar, Jesus não está a dizer que devemos ser cegos em relação ao pecado e aceitar todo o tipo de atitude e de prática. Em vez disso, quando estamos apercebidos das nossas próprias imperfeições e pecados, nós tornamo-nos mais misericordiosos em relação às imperfeições dos outros. Jesus deseja que usemos um bom critério de julgamento na escolha do caminho da justiça, da verdade e da santificação, e que esse discernimento esteja activo quando temos que nos relacionar com aqueles que rejeitam a vontade de Deus e a sua Boa Nova.

 

Outros textos do Novo Testamento apelam para que deixemos as trevas do passado e andemos à luz do verdadeiro Evangelho. O mesmo Novo Testamento ensina-nos que devemos evitar a associação com os falsos adoradores, que causam divisão na Igreja e desprezam a verdade divina. Isso requer que sejamos sábios no julgamento do carácter das pessoas.

 

Em todas estas coisas, a nossa primeira prioridade deve ser a manutenção de um relacionamento estreito com Deus. Através do Espírito Santo, Deus pode estar permanentemente connosco.

 

Referências para a preparação do estudo: Mateus 7.1-27; Lucas 6.39-45; Romanos 14.1-13; 1Coríntios 6.1-5.

 

Questões para estudo:

 

1)

 

a)     Como justifica o que é dito em Mateus 7.1 à luz do comentário anterior de Jesus feito em Mateus 5.20?

 

b)     Considere também Lucas 18.9. De que forma é que podemos confiar na nossa própria rectidão?

 

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AS LEIS DO JULGAMENTO – 2ª PARTE

 

 

“Primeiro remove a trave”

 

Jesus usou um eufemismo (ou exagero) entre uma pessoa com uma trave no seu olho tentando remover uma poeira do olho de outro. A trave representa um estado pecaminoso grave, enquanto a poeira representa algo de menor gravidade. Se temos um ou mais problemas graves de pecado na nossa vida, temos que primeiro confessá-los a Jesus e pedir-lhe que nos ajude a removê-los da nossa vida pelo poder do Seu sangue. Então podemos ver claramente de forma a ajudar o nosso irmão com os problemas que o atigem. A hipocrísia de acharmos que estamos em condições de resolver o pequeno problema do nosso irmão, sem resolvermos as grandes questões de imperfeição na nossa vida, irá ter como consequência o agravamento dos nossos problemas pessoais. A nossa falta de integridade e de coerência fará com que percamos a credibilidade da parte dos que nos rodeiam.

 

Questões para estudo:

 

2)

 

a)     De que modo é que Mateus 7.2 clarifica Mateus 7.1?

 

b)     Qual é o ensinamento que retiramos de Mateus 7.3-5?

 

3) O que está incluído entre os deveres cristãos? Lucas 12.57; Mateus 7.15,20; Hebreus 5.14; Efésios 5.8-11; Romanos 16.17.

 

4) Como podemos clarificar o significado da expressão “não julgueis”? 1Tessalonicenses 4.11; 1Pedro 5.

 

5) Como é que Romanos 2:1 está relacionado com a maneira hipócrita de julgar? Leia também 2Samuel 12.1-11 e relacione com este tópico.

 

6) Qual é o tipo de julgamento que é especialmente benéfico? Salmo 141.5; Provérbios 9.8; 25.12.

 

7) Qual é o aviso de Romanos 14.10-12?

 

8) Como entende Mateus 7.6 à luz dos versículos iniciais do capítulo 7?

 

Conclusão: “Gravem bem isto na memória, meus queridos irmãos! Cada um deve estar sempre pronto para ouvir; mas não deve precipitar-se no falar, nem irritar-se com facilidade. Pois quem se irrita não faz a vontade de Deus.” Tiago 1.19-20

 

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PROCUREM E HÃO-DE ENCONTRAR – 1ª PARTE

 

 

"Peçam, e Deus vos dará; procurem, e hão-de encontrar; batam à porta, e ela há-de abrir-se, pois o que pede, recebe; o que procura, encontra; e a quem bate, a porta se abrirá.”   Mateus 7.7-8

 

“A confiança que temos em Deus consiste nisto: é nós pedirmos-lhe qualquer coisa segundo a sua vontade e ele atender-nos. E assim como sabemos que ele nos atende em tudo o que lhe pedirmos, sabemos também que temos tudo quanto lhe pedirmos."             1João 5.14-1

 

Texto base: Mateus 7.7-12

 

Objectivo do estudo: aprender como pedir e buscar a Graça de Deus em todas as nossas necessidades para vivermos uma vida cristã vitoriosa.

 

Introdução

 

A vida cheia de insegurança e riscos, não pode dar maior segurança do aquela que Cristo explicou em Mateus 7.7-11. A essência da Sua mensagem é: "Peçam, e Deus vos dará; procurem, e hão-de encontrar; batam à porta, e ela há-de abrir-se” (Mateus 7.7).

 

O que interessa na vida não são as coisas que vêm ao nosso encontro, nem mesmo as dificuldades com que nos confrontamos; mas a prontidão e a forma como reagimos a cada evento da nossa vida. Abraão “deixou a sua terra sem saber para onde ia” (Hebreus 11.8b). No entanto ele estava preparado. Porquê? Porque Abraão conhecia Aquele que lhe preparava o caminho, o Deus único e verdadeiro.

 

Na primeira parte do capítulo 7, Jesus aconselha acerca do perigo de condenarmos os outros fazendo o papel de juízes. Ele usa um eufemismo entre uma trave e uma poeira.

 

Jesus tornou clara a nossa necessidade da graça e da misericórdia divina. Ele avisou, “É que Deus há-de julgar-vos do mesmo modo que vocês julgam os outros, e usará a mesma medida que vocês usarem para os outros” (Mateus 7.2). Este critério faz-nos viver de forma um pouco insegura, para dizer o mínimo. Perguntamos a nós próprios, “como poderemos viver a este nível?”

 

Obviamente precisamos da ajuda e graça de Deus. Jesus ensina-nos a encontrar essa ajuda, “peçam, procurem, batam; é vossa.” Pela sua promessa todas as nossas necessidades são satisfeitas.

 

1.      Devemos reconhecer as nossas necessidades espirituais e buscar satisfazê-las. Para tal temos que insistir e perserverar. Temos que nos comportar como a viúva inoportuna descrita em Lucas 18.1-8 e pedir ao Juiz até que Ele nos responda.

 

2.      Devemos estar perfeitamente cientes de que Deus é o nosso Pai e que Ele pretende satisfazê-las as nossas necessidades. Se um pai humano dá boas coisas aos seus filhos, quanto mais não fará Deus em relação aqueles que são seus (Mateus 7.9-11)?

 

3.      Temos que reconhecer que Deus nunca erra. Ele nunca nos dará nada que nos maltrate de forma inabalável, porque Ele conhece as nossas necessidades melhor que ninguém. Ele nunca nos deixará perdidos porque Ele conhece tudo e controla todas as coisas.

 

4.      Devemos lembrar-nos que entre todos os dons e bençãos de Deus para esta vida, existe um que é superior a todos os outros, o Espírito Santo. Com o Espírito de Deus guiando as nossas vidas estaremos seguros da vitória sobre todos os obstáculos.

 

Referências para a preparação do estudo: Mateus 7.7-12; João 14.10-17; Lucas 11.1-13.

 

Questões para estudo:

 

1)

 

a)     O que sugere Tiago 4.3 quanto a um dos problemas respeitante às nossas orações?

 

b)     Como pode a resposta de Deus às nossas orações ser influenciada pelos pecados existentes na nossa vida? Salmo 66.18; Isaías 1.15.

 

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PROCUREM E HÃO-DE ENCONTRAR – 2ª PARTE

 

 

 

Cansados de orar?

 

Alguma vez se sentiu impaciente com Deus? Pareceu-lhe que Ele tardava em responder aos seus pedidos e em satisfazer as suas necessidades?

 

Jesus falou acerca do assunto de como orar, durante quanto tempo orar e quanto tempo poderá levar Deus a responder.

 

Um dia os seus discípulos pediram-lhe para que Ele lhes ensinasse a orar (Lucas 11.1). Ele contou uma história acerca de alguém com uma necessidade que fora muito persistente em pedir ajuda ao seu próximo (Lucas 11.5-8). A história torna claro que a nossa capacidade de pedir não implica qual o tempo de resposta da parte de Deus ou o tipo dessa resposta. Deus não é um loja de conveniência celestial onde levantamos a cada minuto os nossos pedidos. Nem segui-lo nos permite que definamos as nossas verdadeiras necessidades, segundo as nossas humanas conveniências, ou que sejamos nós a delinear as soluções, ou que lhe digamos como e onde Ele deve agir. Não, Deus faz isso por nós, de forma tão perfeita como Ele é perfeitamente sábio.

 

Deus agrada-se dos pedidos de ajuda dos seus filhos, feitos em plena liberdade e comunhão (Lucas 11.9-10). Mas Ele não nos deixa aprisionados na nossa limitada percepção dos problemas (Lucas 11.11-13). Mais tarde ou mais cedo, Ele responderá às nossas orações, mas no seu devido tempo. Ele pede a nossa confiança no seu conhecimento de cada situação e nos seus métodos de resolução.

 

O nosso papel é então pedir-lhe, mesmo persistentemente, e crescer espiritualmente na nossa comunhão com Ele. Um dos mais surpreendentes efeitos da oração é a forma como ela pode mudar-nos e às situações. Por vezes, isso é a resposta para os nossos problemas.

 

 Questões para estudo (continuação):

 

2)

 

a)       Na nossa grande necessidade da graça divina, devido à nossa incapacidade de chegar sózinhos à perfeição de Deus, de que forma é que devemos ser tocados por essa graça? Tito 2.11-12

 

b)       De que forma é que o amor de Deus nos ensina?

 

c)       O que, por vezes, nos impede de sermos ensinados por Deus?

 

3)

 

a)     Que tipo de “dador” é Deus? Mateus 7.11; Efésios 3.20

 

b)     Depois de ler estes textos, o que poderá identificar como obstáculos à resposta divina?

 

4)

 

a)     Qual é o principal ingrediente para acompanhar o nosso pedido de sabedoria? Tiago 1.5-6

 

b)     Será que o mesmo se aplica a outras áreas? Porquê ou por que não? Tiago 1.6-8

 

5)

 

a)     Que papel tem a intensidade e persistencia na oração na sua eficácia? Mateus 7.7; Marcos 2.1-5; Lucas 11.5-13

 

b)     O que é requerido em 1João 5.14?

 

c)      Como se relaciona com este tema Mateus 6.33?

 

6) Como vê o poder da oração baseado nos comentários e reflexões feitas até ao momento?

 

Conclusão: Necessitamos de orar mais do que nunca. Os grandes momentos de intervenção de Deus na vida do seu povo foram momentos de intensa oração. Israel e o Mar Vermelho, a vitória sobre os Filisteus nos dias de Samuel, Cristo enfrentando o sacrifício da cruz, são tudo exemplo de oração vitoriosa. O Senhor deseja dar a vitória a todos aqueles que Nele confiam. Necessitamos apenas de pedir com fé.

 

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O CAMINHO ESTREITO PARA A VIDA – 1ª parte

 

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"Entrem pela porta estreita! A porta é larga e é espaçoso o caminho que vai dar à perdição, e são muitas as pessoas que por ali passam. Mas é estreita a porta e apertado o caminho que vai dar à vida eterna e são poucas as pessoas que o encontram."    Mateus 7.13-14

 

“Eu sou a porta. Aquele que entrar por mim, salva-se. É como uma ovelha que entra e sai do curral e encontra pastagens.”  João 10.

 

Texto base: 1João 2.15-17

 

Objectivo do estudo: aprender a importância de viver pelos critérios divinos na vida do dia-a-dia.

 

Introdução

 

No tempo de Cristo o entendimento dos judeus era que o Messias seria qualificado para impôr um reino messiânico divino, simplesmente porque ele seria um descendente de Abraão e um membro da comunidade de Israel. Jesus veio refutar esse entendimento. A porta seria mais pequena e o caminho mais estreito do aquilo que era apregoado pelos escribas e fariseus.

 

O ensinamento de Jesus era radicalmente diferente das visões da sua época. Ele contrasta também com as visões do nosso tempo. Para muitos o padrão da santidade divina permanece uma ilusão igual à existente há dois mil anos atrás. Muitas nações, Igrejas e crentes agitam uma bandeira de cristianismo e salvação, com o mesmo fervor e sentido que os Judeus reclamavam serem filhos de Abraão. Ambas as visões baseiam-se em tempos passados que mudaram radicalmente.

 

Hoje o cristianismo é mais conhecido pelas centenas de denominações e organizações existentes do que pelo exemplo de vida daqueles que dissem professar tal fé.

 

Infelizmente, muitos nos nossos dias crêem que a vida eterna pode ser conseguida sem trilhar a única estrada que a ela leva. Muitos têm a ideia errada de que podemos ser discípulos do Senhor sem nos negarmos a nós mesmos, sem tomarmos a cruz e sem O seguir verdadeiramente. A maior parte da cristandade professa uma visão da fé em que a mortificação das obras da carne não tem qualquer lugar. Muitos buscam o melhor dos dois mundos, pensando que se pode servir a dois senhores. Na sua essência, a maioria dos ditos cristãos não aspiram a uma vida verdadeiramente espiritual.

 

No entanto, focarmos apenas aspectos negativos seria um mau serviço ao texto bíblico. Se bem que aqueles devam ser denunciados, nós devemos dar realce aos aspectos positivos de viver em harmonia com Deus. A vida mortal não é mais do que um pequeno momento na vastidão da eternidade; assim, as exigências da vida cristã e as coisas que temos que deixar nesta vida, não são nada comparadas com a recompensa divina para os fiéis.

 

Quando confessamos os nossos pecados e aceitamos o sacríficio de Cristo, nós entregamos as nossas vidas em compromisso com Deus e com a Sua vontade. A nossa entrega tem que incluir a convicção de que não pertencemos a nós mesmos e que fomos comprados por um preço enorme, o sangue do nosso Salvador Jesus Cristo. O dom do Espírito então pode preencher-nos com amor e determinação para honrar e glorificar Deus e o Seu Filho Jesus através da obediência à Sua vontade. Nós desejaremos intimamente ser responsáveis e totalmente comprometidos com a obra de Deus feita através da nossa nova família, o povo de Deus. Quando buscamos o reino de Deus e a sua justiça, as nossas necessidades são providenciadas, tanto física como espiritualmente.

 

Nós somos abençoados quando focamos a nossa vida cristã através do critério divino. Assim, a nossa entrega sincera nas mãos de Deus concorre para a felicidade que não pode ser anulada. Este é o caminho divino para a vida!

 

O custo de seguir Jesus

 

Está preparado(a) para ser odiado(a) devido ao seu compromisso com Jesus? Talvez cada um de nós esteja à espera de ser mal compreendido ocasionalmente, ou até insultado por vezes, devido à nossa convicção em Deus e na sua Palavra. No entanto, Jesus usou palavras duras e fortes em João 15.18-25, como “odiados” e “perseguidos”. Ele claramente nos disse que o nosso compromisso com Deus pode trazer-nos graves dissabores nesta vida.

 

O que lhe vai custar a sua fé e fidelidade? Uma promoção na carreira? A crítica de familiares ou amigos? Uma acção contra si da lei do país? Ou nada? Mais tarde ou mais cedo, seguir Jesus em coerência e sinceridade revela o seu custo, e aqueles que ignoram ou são levados a ignorar este facto, estão a ser mal dirigidos. Quando o custo não se revela devemos perguntar, será que houve compromisso total e sincero? As palavras de Jesus sugerem que não.

 

No entanto, também é possível que as nossas acções ou palavras causem ofensa por serem inapropriadas. Nesse caso, a hostilidade que recebermos não é perseguição. Como Jesus (Lucas 1.14), somos chamados a sermos gente que vive feliz em “graça e verdade”, não de forma falsa ou rude. A perseguição injusta envolve a hostilidade que não é merecida e que é uma reacção a fazer o bem segundo o exemplo de Cristo (1Pedro 2.12-21).

 

Referências para a preparação do estudo: Mateus 7.13-14; Lucas 13.23-30.

 

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ESTUDO 23 - O CAMINHO ESTREITO PARA A VIDA – 2ª parte

 

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Faça uma revisão do estudo anterior.

 

Questões para estudo:

 

1)     Em que sentido é que a “porta é estreita e o caminho apertado” (Mateus 7.13-14)?

 

2)

 

a)     Qual a implicação de Mateus 7.13-14 e Lucas 13.23-24 para a noção sobre o número de pessoas que vão responder ao apelo de Deus de forma plena?

 

b)     Que tipo de esforço é requerido para entrar na “porta estreita”?

 

c)      Que exemplos poderá dar na sua vida acerca deste esforço?

 

3)

 

a)     O que simboliza a porta larga? (Mateus 7:13)

 

b)     Como é que os textos seguintes ajudam a identificar os que entram pela porta larga? (Efésios 2.2; Salmo 1.6; Provérbios 14.12; Êxodo 23:2)

 

4) O que entende acerca da expressão “apertado é o caminho que vai dar à vida”? (Salmo 1.1-2; Provérbios 3.5-6; Provérbios 4.27)

 

 5) O que é necessário para um compromisso total com Deus? (João 15.18-19; 1Tessalonicenses 3.4; 1João 5.4)

 

6) Reflicta acerca da sua vida e do seu compromisso com Cristo. Está você a seguir um caminho largo e sem compromisso real, ou procura seguir o caminho que Deus determina, sem pôr em causa a vontade divina?

 

Conclusão: “Prestem, portanto, muita atenção à maneira como se comportam. Não se comportem como insensatos, mas como pessoas inteligentes. Aproveitem bem o tempo, porque os dias que correm são maus. Por isso, não façam as coisas de qualquer maneira, mas procurem compreender bem qual é a vontade do Senhor.” (Efésios 5.15-17). A nossa vida deve ser vivida com a preocupação de não perder o alvo principal – fazer aquilo que Deus deseja e cumprir com os Seus propósitos.

 

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CUIDADO COM OS FALSOS ENSINAMENTOS – 1ª parte

 

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"Cuidado com os falsos profetas! Vêm ter convosco como se fossem ovelhas, mas por dentro são lobos ferozes."    Mateus 7:15

 

“Houve antigamente falsos profetas no meio do povo judeu, tal como haverá falsos mestres no meio de vocês. Estes ensinarão falsas doutrinas e renegarão o Senhor que os resgatou, mas serão levados rapidamente à perdição. Muitos hão-de seguir as suas devassidões e por causa deles há-de falar-se mal do Caminho da verdade.”   2Pedro 2.1-2

 

Texto base: Mateus 7.15-20

 

Objectivo do estudo: entender e aplicar os ensinamentos de Jesus Cristo em relação aos falsos mestres e falsos profetas.

 

Introdução

 

Logo após ter falado acerca da “porta estreita” e “caminho apertado” (Mateus 7.13-14), Jesus alertou contra os falsos profetas. Jesus ensinou que os impostores “cristãos” viriam vestidos de “ovelhas”, indicando que eles tentam agradar ao povo e misturar-se com o “rebanho de Deus”. No entanto, Ele acrescenta, “pelas suas acções (frutos) os conhecereis” (Mateus 7.20).

 

Pela consulta de outros textos bíblicos, podemos formar uma imagem interessante do trabalho e da aparência destes falsos mestres. Alguns enganam-se a si próprios e são incapazes de percorrer o único e estreito caminho que Cristo determina. Os enganadores estão fora da “porta estreita”, e tentam convencer as pessoas a não entrar por ela. Claro que o fazem da maneira mais convincente e mais delicada.

 

O ensinamento dos falsos profetas soa, geralmente, de forma agradável, e é uma mensagem aparentemente fácil de entender. Em geral, o problema não está propriamente naquilo que é dito, mas naquilo que não é dito. Na verdade, aquilo que é dito parece perfeito e verdadeiro. O seu realce pode estar no amor, que certamente é um assunto bíblico. Ou podem falar acerca da “graça divina”, etc, tudo importante e válido para o Evangelho da Salvação.

 

Mas um grave problema da sua mensagem é a omissão das dificuldades que surgem quando o crente quer realmente submeter-se à vontade de Deus: a porta estreita, o caminho apertado, a cruz da vida cristã, a produção de frutos do Espírito. Eles podem ser identificados, muitas vezes, porque o seu fruto não coincide com a sua mensagem.

 

Como estudámos anteriormente, o Cristianismo é mais acção sincera e submetida a Deus e não só a confissão oral da crença em Cristo, o Salvador. A vida renovada do crente resulta numa actividade espiritual frutuosa e uma conduta de acordo com os padrões morais de Deus. A vida cristã não é um caminho humanamente fácil, as exigências são grandes, sendo de facto impossível percorrê-la sem a assistência do Espírito Santo. O Cristianismo verdadeiro marca a diferença entre a vida segundo Deus e a vida decaída dos que estão debaixo do reino de Satanás e do pecado.

 

Referências para a preparação do estudo: Mateus 7.15-29; 2Pedro 2; Tiago 1.1-16; 1 Timóteo 4.1-11.

 

Questões para estudo:

 

1)     Será importante notar que os avisos de Jesus sobre os falsos profetas foram proferidos logo após a discussão sobre a “porta larga e estreita”?

 

2)     O falso profetismo não é apenas um fenómeno do Antigo Testamento. Após a vinda de Jesus ele continua a existir (Mateus 24.11,24; Actos 20.29-31; 2Timóteo 4.3; 2Pedro 2.1-2). De que forma é que podemos ser culpados, por nos rodearmos de mestres e ensinamentos concordantes com aquilo que nós humanamente desejamos ouvir?

 

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ESTUDO 25 - CUIDADO COM OS FALSOS ENSINAMENTOS – 2ª parte

 

DATA:           /           /_____

 

Faça uma revisão do estudo anterior.

 

Questões para estudo:

 

3)

 

a)     Como pode ser identificada a mensagem dos falsos profetas e falsos mestres? (1Timóteo 6.3; Jeremias 23.17; Miqueias 3.5; 1Tessalonicenses 5.3; Isaías 30.10; Mateus 23.25)

 

b)     Tendemos a avaliar mais os outros e menos a nós próprios. De que forma é que este tema se pode aplicar à nossa própria vida?

 

4)

 

a)     Que aspectos de Jeremias 8.4-9 podem ser adequados para a presente cristandade?

 

b)     Como pode ser aplicado à espiritualidade da Igreja?

 

5)

 

a)     Quais as dificuldades em identificar claramente os falsos profetas? (Mateus 7.15; 2Coríntios 11.13-15; Mateus 24.24)

 

b)     Porque são os falsos profetas tão eficazes? (Jeremias 5.31; 2Timóteo 4.3-4)

 

c)      Se estas descrições se aplicam à nossa própria vida, será que o vamos reconhecer? Se sim, o que será necessário para inverter a situação?

 

6)

 

a)     Como é que a Salvação e a Verdade se inter-relacionam, segundo 2Tessalonicenses 2.13; 2Timóteo 1.9-10?

 

b)     Que conhecimento é adicionado pelo texto de Efésios 2.8-10?

 

Conclusão: Assim como à rejeição de Cristo por Israel se seguiu o aparecimento de muitos falsos messias, no nosso tempo, a rejeição de um compromisso total com Cristo, abre a porta para a entrada dos falsos profetas e mestres ditos “cristãos”. Devemos estar alerta para o perigo de um “evangelho” fácil e incompleto, que abre a porta para o engano e para a derrota final. Nós fomos chamados pelo verdadeiro Cristo, vamos ser coerentes com essa chamada e firmar o nosso templo em boas fundações.

 

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TESTANDO A FÉ – 1ª parte

 

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"Todo aquele que ouve as minhas palavras e as põe em prática pode comparar-se ao homem sensato que construiu a sua casa sobre a rocha. Caiu muita chuva, vieram as cheias e os ventos sopraram com força contra aquela casa. Mas ela não caiu, porque os seus alicerces estavam assentes na rocha."    Mateus 7.24-25

 

“Eis, então, o que declara o Senhor Deus: "Vou colocar em Sião uma pedra de fundação para os pôr à prova. Será uma pedra preciosa, angular, de cimento firme. Quem nela tiver confiança não ficará desiludido.” Isaías 28.1

 

Texto base: Mateus 7.21-27

 

Objectivo do estudo: ter uma visão final sobre as indicações de Cristo para a vida cristã e discernir uma forma de viver que vá além da bondade puramente humana.

 

Introdução

 

No final do Sermão da Montanha, Jesus faz uma exposição que resume o ensinamento de todo o seu discurso. A parábola dos homens “sensato” e “insensato”, um pequeno texto de quatro versículos, é tão cheia de significado que é considerada um clássico do estudo da literatura. Muitos na sociedade ocidental a conhecem.

 

Somente ouvir e compreender as palavras de Jesus não é suficiente: o Senhor de todas as coisas toma como filho aquele que pratica, em sinceridade, os Seus ensinamentos.

 

Em quantos sermões, reuniões religiosas e seminários, é dado uma ênfase à nova forma de viver que o cristianismo implica?

 

O Sermão da Montanha, é sem dúvida uma obra de alto valor literário e filosófico, no entanto, não era esse o objectivo de Jesus. Ele proferiu este discurso para que possamos elevar os padrões da nossa existência e da nossa maneira de viver a níveis nunca antes alcançados pela existência humana.

 

Como podemos saber se somos “sensatos” ou “insensatos”?

 

Vamos começar por responder, com uma questão, como se sente cada um de nós quando lê o Sermão da Montanha? Será que sentimos que o padrão é demasiadamente elevado, que Deus está a pedir demais? Se assim é, então somos “insensatos”.

 

Será que esquecemos facilmente as mensagens deste Sermão? Será que ele nos interessa por algum tempo e depois prontamente nos esquecemos dele?

 

Finalmente, estamos nós entre aqueles que ouvem, entendem, e concordam com todos os ensinamentos de Jesus e não praticam os seus ensinamentos?

 

A pessoa que constrói na rocha (Jesus Cristo é a rocha) busca e ora pela santidade divina na sua vida. O seu grande desejo é conhecer Cristo, conhecer o perdão divino, e saber como assegurar a vida eterna; mas, mais do que isto, conhecer Jesus como irmão e companheiro de jornada.

 

Regras que levam à alegria

 

A maioria dos pais esperam a obediência dos seus filhos, como sinal de fidelidade. Da mesma forma, Deus espera que os seu filhos sigam os seus mandamentos (1João2.4-5). De facto, quando obedecemos e agimos como Ele, mostramos que lhe pertencemos (1João 2.6).

 

Devemos estar gratos a Deus, por Ele ter estabelecido regras e padrões.

 

Sem essa orientação, nós não experimentaríamos liberdade, mas unicamente o caos. Afinal, nós não habitamos no Éden, mas num mundo de pecado e desobediência, onde Satanás governa e dirige. Necessitamos de padrões morais que protejam os direitos das pessoas, reforcem a amizade e o compromisso, definam os relacionamentos, assegurem a privacidade, e demonstrem o respeito pela vida.

 

Além disso, devemos estar gratos a Deus por ser o único a definir os padrões absolutos da moral. Os pecadores não podem ser de confiança quanto à definição da bondade e da justiça.

 

O desejo original de Deus era que o ser humano tivesse domínio sobre toda a criação (Genesis 1.26-31). No entanto, o pecado e a rebeldia contra Deus tornaram-nos incapazes de assumir essa responsabilidade (Genesis 3.22-24; Romanos 1.18-32).

 

Referências para a preparação do estudo: Mateus 7.21-29; Lucas 6.39-49; 1João 1.1 até 2.29

 

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ESTUDO 27 - TESTANDO A FÉ – 2ª parte

 

DATA:           /           /_____

 

Faça uma revisão do estudo anterior.

 

Questões para estudo:

 

1)     A quem é dirigida a parábola do homem sensato e do homem insensato, segundo Mateus 7.24,26?

 

2)     Que semelhanças existem entre os dois homens e as suas casas, segundo este texto?

 

3)     Que diferenças existem entre os dois homens e as suas casas, segundo este texto? Leia também Lucas 6.46-49.

 

4)

 

a)     Qual o factor mais importante para a construção da casa? (Lucas 6.48; 1Coríntios 3.11)

 

b)     Em que fundamento e com que profundidade tem construído as “fundações” da sua vida?

 

5)

 

a)     A que condições é que ambas as casas foram sujeitas? (Mateus 7.25,27)

 

b)     Como entende o significado dessas condições em relação à vida real?

 

c)      O que é mais importante: o “aspecto da casa” ou a sua “fundação”?

 

6)

 

a)     Segundo João 14.6 e 1João 2.5-6, quais são alguns dos elementos essencias na vida do crente sincero e verdadeiro?

 

b)     O que sugere 1João 2.15-17 em relação ao estilo de vida do crente em comparação com o modo de vida da humanidade em geral?

 

7)

 

a)     Qual a diferença no  resultado final entre a construção das duas casas, ou seja, entre os dois estilos de vida? (Mateus 7.27

 

b)     Como é que Mateus 10.22 oferece um comentário acerca desta matéria?

 

c)      O que pode fazer pessoalmente para alcançar a firmeza que torne possível alcançar a vitória final?

 

Conclusão: Estudámos a “Magna Carta” da fé cristã, o Sermão da Montanha. Ele tem um significado enorme para a nossa vida. Que a nossa fé seja forte e as nossas vidas frutuosas, para que possamos responder plenamente ao apelo de Jesus Cristo.