Introd

Agora Cristão

Discípulo

Membro

Oração

 

VIVENDO DE ACORDO COM A VONTADE DE DEUS - Introdução

 

Hoje em dia, os cristãos estão sujeitos a desafios em muitas áreas de vivência da sociedade. Os seus padrões e práticas de vida são ridicularizados, minimizados e, eventualmente, proscritos nalguns lugares. O Livro Sagrado dos cristãos, a Bíblia, foi retirado de muitas escolas e organismos oficiais sob o pretexto da “separação da Igreja, do Estado”.

 

Porque é que isto está a acontecer? Porquanto o nosso Eterno Criador possui um arqui-inimigo que se encontra muito ocupado em substituir a única e verdadeira religião de Deus por falsas religiões. Satanás possui muitos discípulos activos e dedicados e que estão determinados a não parar perante algum obstáculo com o objectivo último de impôr os esquemas do seu líder. Eles não se deixam prender por aspectos morais, de consciência ou padrões de respeitabilidade. Os discípulos de Satanás fazem tudo o que seja necessário para atingir os seus objectivos.

 

Entretanto, muitos cristãos tornaram-se indolentes, dormitando enquanto o inimigo activamente espalha as suas subtis sementes de iniquidade. Esta série de lições alerta os cristãos para a necessidade de nos submetermos  aos ensinos bíblicos e realizar diariamente a obra de Deus.

 

A prática da maneira cristã de viver deve ser constante, em estilo de vida consistente e não uma opção do “agora e depois”. A Bíblia é o nosso livro de leituras; Cristo, a Palavra Viva, é o nosso líder e exemplo; e o Espírito Santo é o nosso mestre e companheiro permanente. Nada nos faltará se aceitarmos o preço que Cristo pagou pela nossa redenção e a Ele nos submetermos em todos os aspectos das nossas vidas.

 

Ao vivermos de acordo com o que nos é ensinado na Palavra de Deus, acrescentamos uma confirmação poderosa ao nosso testemunho verbal. Estamos encarregados de lavrar a Boa Semente; Deus enviará o Seu Santo Espírito para alimentar e fazer crescer essa Semente.

 

Notas:

 

a)     Estas lições foram escritas por vários autores que desejam que todos os cristãos marchem na direcção da bandeira erguida ao alto pelos padrões ditados por Deus. Irão certamente encontrar alguma diferença nos estilos de escrita e apresentação das mesmas.

 

b)     Os textos de passagens bíblicas inseridos nestas lições foram retirados da Bíblia Sagrada quer na sua versão Interconfessional (Texto Editora) quer na tradução de Ferreira de Almeida.

 

 

AGORA QUE SOU UM CRISTÃO – PARTE I

 

 

“Como crianças recém-nascidas, desejem o leite espiritual e puro para com ele crescerem para a salvação” (I Pedro 2:2)

 

Texto base: Efésios 4:11-15

 

Objectivo do estudo: ajudar à compreensão da parte que nos compete assumir no crescimento, em direcção à maturidade em Cristo.

 

Chegar a Cristo é apenas o início duma jornada extraordinária que deve abarcar o espaço de uma vida, o início de um processo de mudança de vida que o carácter de Jesus deverá produzir em nós. Porque razão é isto tão importante? Porque devemos amadurecer espiritualmente se queremos produzir impacto no mundo que nos rodeia.

 

O crescimento espiritual não acontece natural e espontaneamente; ele envolve compromisso. Temos que balizar as nossas mentes nas prioridades e disciplinas correctas que nos irão manter alinhados com a vontade de Deus. Nada que seja digno pode ser alcançado sem sacrifício. A maturidade em Cristo não é excepção a esta regra.

 

Muitas pessoas que se chegam a Cristo são benvindos por outros cristãos na família de Deus com grande amor, alegria e entusiasmo. Porém, poucos são aqueles dos novos a quem lhes é prestada cuidada atenção e orientação, de forma a possam encontrar o caminho para o crescimento espiritual. A Igreja carece, assim, de prestar um papel importante na ajuda aos novos cristãos a crescer em Cristo.

 

Tal como o crescimento físico, também o crescimento espiritual leva tempo e obriga a cuidados vários. Tal como não podemos acelerar o crescimento físico, também não o podemos fazer em relação ao crescimento espiritual. Ao longo do tempo, o Espírito Santo guiar-nos-á e fortalecer-nos-á no processo que Deus designou para ser assumido por nós.

 

De forma a assegurarmos o necessário sucesso, temos que aprender a nossa parte no processo de forma a transformarmo-nos à imagem de Cristo, reflectir o Seu carácter e fazermos parte do Seu ministério.

 

Intimidade com Cristo

 

Uma relação próxima e real com Cristo é a mais importante relação que podemos desenvolver nas nossas vidas. Ajuda-nos a crescer no conhecimento e na Sua graça. As chaves para desenvolver e manter uma verdadeira intimidade com Cristo são: o estudo da Bíblia Sagrada, a memorização das Escrituras e a oração.

 

Estudo da Bíblia

 

a)     Qual o poder que a Palavra de Deus tem na vida do crente? Hebreus 4:12; II Timóteo 3:16-17.

 

b)     Porque é importante estar constantemente ligado à Palavra? Lucas 6:46-49. Quais as três coisas essenciais para a construção duma sólida fundação espiritual? Verso 47.

 

c)      Existem cinco métodos de compreensão das Escrituras que nos permitirão agarrar com firmeza o conhecimento da Palavra de Deus. Escreva os cinco métodos expressos nos versículos seguintes:

 

Romanos 10:17:

 

Apocalipse 1:3:

 

Actos 17:11:

 

Salmos 119:9-11:

 

Salmos 1:2-3:

 

d)     A cultura actual afirma que a educação e trabalho árduo tornam uma pessoa próspera e bem sucedida. De acordo Josué 1:8, de onde vêem a prosperidade e o sucesso reais?

 

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AGORA QUE SOU UM CRISTÃO – PARTE II

 

 

Memorização das Escrituras

 

e)     Leia Salmos 119:9-11. De acordo com David, como pode uma pessoa conservar a sua vida em pureza? Verso 9. O que pode uma pessoa fazer para se livrar ou fugir do pecado? Verso 11.

 

f)        Leia atentamente Mateus 4:1-11. O que fez Jesus para se vencer as investidas e tentações do inimigo? Como foi Ele capaz de realizar o que realizou?

 

Tempo de oração

 

g)     Em Hebreus 4:14-16 diz que os crentes em Cristo detêm um privilégio especial através Dele. Que privilégio é esse, e porque nos foi ele dado? Verso 16.

 

h)      Temos que reunir determinadas condições antes que as nossas orações possam ser respondidas. Leia cuidadosamente das uma das passagens bíblicas e faça a listagem dessas condições.

 

Salmos 66:18:

 

Marcos 11:24:

 

I João 5:14-15

 

João 14:13-14

 

Acha que existem ainda outras condições que não tenhamos indicado?

 

i)        Leia Filipenses 4:6-7 e responda às seguintes questões:

 

o que é que Paulo nos diz que não devemos fazer no verso 6a? Porquê?

o que é que Paulo nos diz para fazermos no verso 6b? Porquê?

qual o efeito duma oração consistente na vida do crente? Verso 7.

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AGORA QUE SOU UM CRISTÃO – PARTE III

 

 

“Todo aquele que vem ter comigo para ouvir as minhas palavras  e as põe em prática, sabem com quem o comparo? Com um homem que construiu uma casa, escavando bem fundo para assentar os alicerces na rocha. Veio uma cheia, a água bateu com força contra a casa, mas não a abalou, porque estava assente na rocha.” – Lucas 6:47-48

 

Texto base: Efésios 4:11-15

 

Objectivo do estudo: ajudar à compreensão da parte que nos compete assumir no crescimento, em direcção à maturidade em Cristo.

 

Na primeira e segunda parte deste estudo aprendemos que chegarmo-nos a Cristo é o princípio de uma vida de crescimento e maturidade. O crescimento de um cristão tem que ter lugar ao longo de toda a sua vida, através de um processo orientado por Deus. Abordamos a importância do estudo da Palavra, da memorização das Escrituras e da oração como partes do processo de crescimento do cristão.

 

Nesta parte do estudo vamos analisar questões como a irmandade, o testemunho, a dádiva e as boas obras. Embora estes tópicos não abarcam a totalidade do que é necessário ao cristão, eles constituem disciplinas essenciais no processo de crescimento à medida que amadurecemos em Cristo.

 

A fraternidade com os crentes da mesma fé

 

A irmandade é essencial no processo de amadurecimento cristão, pois como se costuma dizer “Nenhum homem é uma ilha em si próprio”. À medida que caminhamos na vida, necessitamos do encorajamento, do apoio e da orientação que outros nos podem proporcionar.

 

j)        Porque são os irmãos tão importantes?

 

Provérbios 27:17:

 

Eclesiastes 4:9-10:

 

Actos 2:42-47:

 

k)      Como é que a nossa relação com os outros crentes em Cristo ajuda o nosso ministério e o deles? Hebreus 10:24-25. Como podemos tornar o conteúdo do verso 25 numa realidade para nós?

 

O testemunho

 

O resultado natural de uma vida de crescimento em Cristo deverá traduzir-se no desejo de partilhar com outros aquilo que Cristo vem fazendo nas nossas vidas. Testemunhar é partilhar Cristo através do poder do Espírito Santo, deixando os resultados para Deus.

 

l)        De acordo com Actos 1:8:

 

1)     O que acontece ao crente através do Espírito Santo? É possível ver essa evidência na sua vida?

 

2)     Devido a essa experiência, em que se deve o crente transformar? Isto está a acontecer na sua vida?

 

m)   Em Mateus 4:19, Jesus dá uma ordem aos seus discípulos e deixa-lhes uma promessa. Qual é a ordem contida no verso 19a? E a promessa contida no verso 19b? Se estivermos a seguir Cristo, que devemos fazer?

 

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AGORA QUE SOU UM CRISTÃO – PARTE IV

 

A dádiva a Cristo

 

Deus tem-nos abençoado de muitas e diferentes maneiras, particularmente na Sua entrega por nós e a nós. Deus deu-nos o Seu Filho para morrer por nós, e se recebermos Jesus Cristo nas nossas vidas, Deus abençoa-nos de novo dando-nos a vida eterna.

 

Quando entregamos a Deus uma parte dos nossos recursos financeiros estamos a partilhar com Ele uma porção das Suas bençãos materiais sobre nós. Nunca estaremos em condições de dar mais a Deus do que Dele recebemos. As nossas dádivas a Deus deverão expressar o nosso amor e agradecimento pelas bençãos recebidas da Sua mão.

 

n)      Qual o princípio que Paulo aborda em II Coríntios 9:6? De que forma é que esse princípio se ajusta às dádivas?

 

o)     De acordo com II Coríntios 9:7:

 

1.      qual deverá ser a nossa atitude no que respeita às dádivas, de forma a agradar a Deus?

 

2.      que atitudes é que não agradam a Deus e devem ser evitadas?

 

p)     Leia II Coríntios 9:8-15 e liste as muitas bençãos tornadas possíveis através da nossa generosidade em dar?

 

As boas obras

 

A prova de que Cristo é o centro das nossas vidas e de que O fizemos Senhor e Salvador das nossas vidas é retirada da forma como vivemos as nossas vidas. Uma coisa é dizermos que Cristo habita em nós, mas outra coisa é demonstrá-lo diariamente na forma como vivemos. As boas obras não nos salvam; as boas obras são o espelho de uma vida santificada.

 

q)     De acordo com Efésios 2:8-10:

 

1.      o que é que nos salva? Verso 8

 

2.      o que é que não nos salva? Verso 9

 

3.      qual deverá ser o resultado de uma vida dedicada a Cristo? Verso 10.

 

r)       Leia Gálatas 6:10 e Mateus 25:31-46 e discuta o seguinte:

 

1.      para quem devemos fazer as boas obras? Gálatas 6:10

 

2.      de acordo com Mateus 25:31-46, quais os passos práticos que podemos dar para realizar boas obras para com o próximo?

 

Conclusão

 

·        Deus quer ver o novo crente crescer espiritualmente e amadurecer em Cristo

 

·        O crescimento espiritual não acontece naturalmente; é uma escolha

 

·        Devemos disciplinarmo-nos na acção

 

·        Existem 7 passos essenciais para o crescimento espiritual: o estudo da Palavra de Deus; a oração; a memorização das Escrituras; a fraternidade entre irmãos da mesma fé; o testemunho; a dádiva a Cristo e as boas obras.

 

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SENDO UM DISCÍPULO VERDADEIRO

 

 

“Disse então Jesus aos judeus que tinham acreditado nele: se obedecerem fielmente ao meu ensino, serão de facto meus discípulos”

 

João 8:31

 

Texto base: João 15:1-8

 

Objectivo do estudo: aprender os requisitos necessários a seguir a Jesus e como os pôr em prática nas nossas vidas

 

Introdução

 

A palavra discípulo deriva da palavra grega que significa “o que aprende”. Ela denota uma pessoa que segue os ensinamentos de outra.

 

Aqueles de nós que fizeram de Cristo o centro das suas vidas, e O colocaram no trono dos seus corações, são discípulos de Cristo. Dedicámo-nos a segui-Lo, a aprender e aplicar os Seus ensinamentos nas nossas vidas de forma a podermos reflectir o Seu carácter e imagem.

 

Nos Evangelhos, Jesus refere-se aos seus seguidores como discípulos, dado que Ele estava a instruí-los permanentemente sobre as verdades do reino de Deus. Jesus nunca apelidou os seus seguidores de cristãos. Esse termo descreve o grupo leal a Cristo após a perseguição a Estevão e a Igreja dos primeiros tempos ter sido espalhada (Actos 11:26).

 

Ao contrário da prática de Jesus, aqueles que hoje se querem identificar com Cristo chamam-se a si próprios cristãos e não discípulos. Contudo, em muitos casos, a designação de cristão pode ser enganadora. Um número alarmante de pesssoas pensa que o simples facto de reconhecerem Cristo como o Filho de Deus os torna cristãos, enquanto muito do que afirmam e a maneira como vivem contradizem os ensinamentos de Cristo. Eles poderão aceitar os Seus ensinamentos, mas não os aplicam nas susas vidas. Não existe obediência à Sua Palavra, não praticam o Seu estilo de vida, nem reflectem a Sua atitude.

 

Mas Jesus usou a palavra discípulo com cautela. Nem todos se ajustam à designação porquanto o discípulo imita Cristo. Tal pessoa não se limita a reclamar aquilo que diz ser; ele vive cada dia da sua vida de acordo com os princípios ensinados por Cristo. Ele leva à prática os ensinamentos de Cristo.

 

Jesus indicou-nos seis características que um verdadeiro discípulo deve possuir. Neste estudo, iremos examinar o que faz um discípulo, o que o discipulado requer, e que método poderemos aplicar para o levar à prática. Deus deseja que o seu povo tenha uma relação única com Ele e não que seja um povo que O venere só de lábios. Só então teremos o direito de sermos chamados discípulos.

 

1º. requisito: João 8:31-32

 

a)     Leia esta passagem. Como caracteriza Jesus um discípulo? O que quer Jesus dizer no verso 31?

 

b)     O que é que descobriremos? Verso 32a. A que nos conduzirá a nossa descoberta? Verso 32b. Explique como é isso possível.

 

Requisito # 1: o discípulo é aquele que _____________________________________

 

2º. requisito: João 13:34-35

 

De acordo com esta passagem, o que deveremos fazer para nos tornarmos num discípulo de Cristo? Porque razão Jesus se refere a este como “um novo mandamento”?

 

NOTA: Jesus não está a falar para uma grande multidão, mas para o pequeno grupo íntimo dos seus discípulos. Os não cristãos também poderão saber que os levamos em grande consideração quando nos vêem a cuidar dos nossos irmãos e irmãs em Cristo.

 

Acha difícil ou fácil levar isto a cabo? Explique a sua resposta.

 

 Requisito # 2: o discípulo é aquele que ____________________________________

 

3º. requisito: João 15:8

 

Após a leitura de João 15:8, responda às seguintes questões:

 

a)     Como discípulos como é que trazemos glória a Deus?

 

b)     A que espécie de fruto se refere Jesus?

 

Mateus 3:8

 

Gálatas 5:22-23

 

Mateus 28:19-20

 

Porque razão pensamos que Deus espera que os Seus discípulos sejam capazes de produzir frutos? Mateus 7:15-20.

 

De acordo com Mateus 7:21-23, porque razão não basta reconhecer a Cristo? Queira explicar a resposta.

 

Requisito # 3: o discípulo é aquele que _____________________________________

 

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SENDO UM DISCÍPULO VERDADEIRO (Continuação)

 

4º. requisito: Lucas 14:26

 

Leia Lucas 14:26 e Mateus 10:37. Qual a característica que Jesus identifica nestes dois versos?

 

Se existem cristãos que não sentem ser Jesus a sua prioridade número um, quais as razões para não o fazerem? Qual o resultado desta falta de prioridades na vida do discípulo?

 

Requisito # 4: o discípulo é aquele que ____________________________________

 

5º. requisito: Lucas 14:27

 

Quais as duas responsabilidades do discipulado que estão mencionadas em Lucas 14:27?

 

Quais algumas responsabilidades que deveremos assumir como discípulos de Cristo? De que formas Jesus espera que O sigamos?

 

Requisito # 5: o discípulo é aquele que _____________________________________

 

6º. requisito: Lucas 14:33

 

Em Lucas 14:25-33, Jesus apela aos Seus seguidores para avaliarem os custos do discipulado. No verso 26, Ele exige ser a primeira prioridade na vida dos seus seguidores. No verso 27, Jesus espera que sejamos pessoas responsáveis e que O sigamos. E, no verso 33, o que é que realmente Jesus pede que façamos? O que é que Ele pretende dizer quando diz que devemos “deixar tudo”?

 

Será que deixamos tudo nas nossas vidas por amor de Cristo? Bens materiais? Família? A nós próprios? Porque razão achamos ser tão difícil deixar tudo para nos submetermos a Cristo?

 

a)     Qual será o resultado se não nos entregarmos por completo a Cristo?

 

b)     Qual será o resultado se nos entregarmos completamente a Cristo?

 

Requisito # 6: o discípulo é aquele que _____________________________________

 

Conclusão:

 

·        Deus exige-nos que façamos mais do que meramente reconhecermos Cristo; Ele quer que Cristo viva em nós e através de nós.

 

·        Jesus referiu-se aos Seus seguidores como discípulos

 

·        Jesus aponta seis características ao discipulado. O discípulo é aquele que:

 

transforma a Palavra de Cristo em forma de vida

1 - ama

2 - produz fruto para a vida eterna

3 - tem as suas prioridades correctamente estabelecidas

4 - é responsável

5 - submete completamente a sua forma de vida a Cristo

 

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SER MEMBRO DO CORPO DE CRISTO

 

 

“Façamos também por nos animarmos uns aos outros no amor e na prática das boas obras. E não faltemos às nossas reuniões. Alguns têm por hábito faltar. Pelo contrário, animem-se uns aos outros cada vez mais, pois sabem que se vai aproximando o dia da vinda do Senhor” – Hebreus 10:24-25

 

Texto base: I Coríntios 12

 

Objectivo do estudo: chamar a nossa atenção para a importância de sermos membros da nossa Igreja local e as responsabilidades que a isso lhe estão associadas.

 

Quando nos tornamos crentes, ficamos automaticamente a fazer parte do corpo de Cristo e aptos para viver os aspectos práticos da nossa fé. No entanto, muitos cristãos vivem sob a errada noção que não é importante a sua participação na Igreja. Assim, no centro deste estudo reside a questão: posso eu ser um cristão comprometido com o Evangelho de Cristo sem estar ligado à Sua Igreja local?

 

A resposta à questão suscitada acima é “não”. Aqui estão algumas razões que nos levam a afirmar que os crentes, especialmente os da actualidade, devem estar ligados à sua congregação de uma forma mais séria:

 

a)     As Escrituras ensinam a importância de ser membro participante da Igreja de Cristo. Hebreus 10:25

 

b)     Ser membro reflecte-se na nossa capacidade de dar testemunho de Cristo. Efésios 4:11-12

 

c)      Inspira compromisso. Hebreus 13:1, 7

 

d)     Providencia e preenche um melhor relacionamento entre os membros. Romanos 15:4-6; Filemon 7.

 

e)     Dá lógica ao funcionamento do corpo de Cristo. I Coríntios 12:14-20.

 

f)       Providencia conforto espiritual. Romanos 12:5-8; Efésios 4:25; 5:21.

 

Tornar-se membro do corpo de Cristo é um privilégio abençoado. Vamos dedicar tempo a descobrir as verdades encerradas nas Escrituras.

 

Actividade de grupo:

 

Vamos de novo analisar os seis requisitos (características) pelos quais é importante ser membro do corpo de Cristo. Lembra-se de alguma outra passagem bíblica adicional que suporte cada um deles?

 

1.      As Escrituras ensinam a sua importância:

 

2.      Ser membro de uma comunidade tem impacto na nossa capacidade de testemunho:

 

3.      Inspira compromisso:

 

4.      Oferece um melhor relacionamento entre os seus membros:

 

5.      É lógico (é a forma como um corpo ou organização funciona):

 

6.      Providencia apoio espiritual:

 

Estudo e discussão:

 

1. É a Igreja um edifício de pedra e cimento? Ver Efésios 2:19-21. Qual a importância de que se reveste a forma de viver dinâmica de cada crente descrita nestes versos?

 

2. Qual a importância que tinha para os crentes da Igreja primitiva fazer parte desta? Actos 2:47b.

 

3. Qual a importância pessoal que atribui a ser membro da Igreja?

 

4. Que razões atribui para o decréscimo existente nos dias de hoje à efectiva participação e presença dos crentes na vida da Igreja?

 

5. Indique algumas das razões erradas que levam muitos hoje às igrejas?

 

6. Utilizando a analogia do rebanho, existem perigos quando o rebanho e as ovelhas são dispersas, em oposição à sua relativa segurança quando se encontrem reunidas? A este respeito, que comparação podemos estabelecer entre as ovelhas e os membros da igreja?

 

7. De que formas podem os crentes viver na prática as admoestações transmitidas por Paulo em I Tessalonicensses 5:11?

 

Conclusão: na sociedade actual prevalece a mentalidade que desencoraja o compromisso moral e a vida espiritual de cada um no corpo de Cristo. Porém, como cristãos, devemos beber na fonte da verdade que são as Escrituras e não através dos conceitos impostos pela sociedade. Ao proceder assim, possamos vir a estar ainda mais envolvidos e comprometidos com a nossa congregação.

 

 

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MAIS ORAÇÃO: MAIS PODER – PARTE I

 

 

“Jesus fez esta comparaçãopara lhes mostrar que deveriam orar sempre,

 

sem nunca desanimar” – Lucas 18:1

 

Texto base: Mateus 6:9-13

 

Objectivo do estudo: analisar o modelo de oração nas vidas de Jesus e da Igreja dos primeiros tempos e como obtiveram o poder de Deus através da oração.

 

Que correlação existe entre o poder e a oração? Simplesmente esta: Deus o Poder Supremo é a nossa única Fonte de poder. Existe somente uma única via pela qual podemos aceder a este Poder: através da oração.

 

Jesus sentiu e demonstrou a necessidade de estar permanentemente ligado a esta Fonte. Em muitas ocasiões, durante o seu ministério na Terra, Jesus orou fervorosamente ao Pai rogando-Lhe poder para levar a cabo a Sua missão (Mateus 26:39-44; Marcos 1:35; Lucas 5:16; 6:12).

 

A Igreja dos primeiros tempos orou pedindo poder para ser bem sucedida na pregação do Evangelho de Jesus Cristo como um corpo de crentes unido ao seu Salvador (Actos 4:31; 6:4; Colossenses 4:2-4).

 

No tempo presente não teremos que rogar a Deus que faça descer fogo do céu tal como fez Elias (I Reis 18:36-38), ou pedir a Deus que perdoe aqueles que nos possam tirar a vida como Estevão fez (Actos 7:59-60). Mas, tal como eles, também hoje sofremos confrontações igualmente dramáticas e mortais. Paulo alertou-nos para os combates entre os nossos desejos carnais e a influência do Espírito Santo em nós (Romanos 7:23-25) e àcerca da nossa luta contra as hostes espirituais da maldade (Efésios 6:12). Jesus ensinou-nos que devemos procurar o perdão do nosso irmão (Mateus 5:23-24) e que devemos estar preparados para aceitar tratamento desigual (Mateus 5: 38-42).

 

Nós, os filhos de Deus, temos hoje à nossa disposição a mesma Fonte de Poder que estava disponível para Jesus e para a Igreja dos primeiros tempos. Será que precisamos de um poder inferior àquele que eles necessitaram? Parece que pensamos que sim, se considerarmos quanto pouco tempo muitos de nós dedica à oração.

 

A verdade é que se desejamos sair vitoriosos deste combate, tal como Jesus e a Igreja primitiva o foram, precisamos de nos manter diariamente ligados à mesma Fonte e obtermos o Poder de Deus através de orações sinceras e fervorosas.

 

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MAIS ORAÇÃO: MAIS PODER – PARTE II

 

 

Estudo e discussão:

 

·        Analise e explique como os seguintes textos suportam o propósito e a necessidade da oração:

 

Efésios 6:10-11__________________________________________________________

 

Versos 18 e 19__________________________________________________________

 

Filipenses 4:6___________________________________________________________

 

Colossenses 4:2-3________________________________________________________

 

I Pedro 4:7______________________________________________________________

 

I Tessalonicenses 5:17____________________________________________________

 

Daniel 6:10_____________________________________________________________

 

·        Porque entende que foi necessário a Jesus, o Filho de Deus, recorrer tantas vezes à oração? Analisar algumas das ocasiões em que Jesus orou ao Pai nos céus.

 

Quando sofreu tentação: Mateus 4:1-11. (Embora este texto não mencione que Jesus tenha orado durante este período, pensa que a oração esteve presente durante o jejum? Mateus 26:41).

 

Antes da traição e morte de que foi vítima: Lucas 22:41-44.

 

Quando desejou ficar sózinho: Mateus 14:23; Marcos 1:35; Lucas 5:16.

 

Pensa que a missão de Jesus poderia ter sido realizada com sucesso se Ele não fosse efectivamente um guerreiro da oração? Hebreus 5:5-10.

 

Será que o exemplo de Jesus orando com frequência sugere que também nós devemos recorrer à oração ferverosa e frequente?

 

·        Será assim necessário recorrer à oração para que a Igreja seja cheia do Espírito Santo, tal como a Igreja dos primeiros tempos o foi? Actos 4:31.

 

Qual a necessidade dos nossos responsáveis espirituais (pastores, presbíteros, diáconos, anciãos, pregadores, etc.) estarem devotados à oração e ao serviço dedicado? Actos 6:4; 20:28.

 

Que resultados foram alcançados pela Igreja primitiva quando se entregaram devotada e plenamente ao ministério de Cristo, uns aos outros e às suas responsabilidades como cristãos? Actos 4:32-35; 5:14; 8:4; 11:21-24.

 

As nossas orações traduzem uma real devoção a Deus, no serviço aos outros crentes na fé de Jesus e nas responsabilidades de que fomos incumbidos por Deus?

 

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 MAIS ORAÇÃO: MAIS PODER – PARTE III

 

 

“Se vocês continuarem unidos a mim, e não esquecerem as minhas palavras

 

hão-de receber tudo quanto pedirem” – João 15:7

 

Texto base: II Crónicas 7:14

 

Objectivo do estudo: demonstrar que o sucesso na vivência cristã depende do nosso acesso diário ao Poder de Deus através da oração.

 

Na primeira parte deste estudo, aprendemos o quão essencial foi para o ministério de Jesus e para os dirigentes da Igreja dos primeiros tempos o estar em constante comunicação com o Pai Celestial. A oração foi a linha de vida que os manteve ligados a Deus, a sua fonte de poder.

 

Neste estudo, iremos rever a importância de estabelecermos uma relação estreita com Deus de forma a podermos manter uma clara linha de comunicação com Ele. Um pecador que não se arrepende e que insiste em manter um estilo de vida de corrupção pode pensar que a sua oração não ultrapassa o som da sua própria voz. Mas se aceitarmos o Senhor Jesus Cristo como nosso Salvador e Advogado junto do Pai, Deus fica mais conhecedor das nossas necessidades que nós mesmos e Ele estará sempre presente para nos responder.

 

A necessidade de poder que todos nós sentimos e que só Deus nos pode transmitir, é tão importante para nós como o foi para Jesus e para a Igreja dos primeiros tempos.  Necessitamos do seu poder para podermos dar testemunho da nossa fé, para amar e recebermos amor, para perdoar e pedirmos perdão, para ajudarmos o nosso próximo, para vencermos o pecado, para vivermos em alegria e gozo no Espírito Santo, para confiarmos em Deus tanto na adversidade como na prosperidade, para intercedermos pelos outros, para nos libertarmos da amargura e da depressão e até para enfrentarmos a morte sem qualquer receio. Uma vez que não enumeramos aqui todas as situações possíveis, devemos, por issso mesmo, tomar plena consciência quanto às nossas limitações humanas.

 

 Estudo e discussão:

 

·        Determinados problemas na vida das pessoas podem constituir-se como sérios obstáculos a que as orações possam ser ouvidas e respondidas. Descreva os obstáculos referidos nas seguintes passagens:

 

Salmos 66:18___________________________________________________________

 

Tiago 1:6-7_____________________________________________________________

 

Tiago 4:2-3_____________________________________________________________

 

·        Que atitudes e condições relacionadas com a nossa maneira de viver nos asseguram que as nossas orações são ouvidas e respondidas por Deus? Prepare uma lista a partir dos seguintes textos:

 

II Crónicas 7:14__________________________________________________________

 

Jeremias 33:3___________________________________________________________

 

Mateus 7:7______________________________________________________________

 

João 15:7_______________________________________________________________

 

Efésios 3:20-21__________________________________________________________

 

I João 3:21-22___________________________________________________________

 

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MAIS ORAÇÃO: MAIS PODER – PARTE IV

 

Revisão e aplicação:

 

A oração é a nossa linha de comunicação com Deus, uma linha de vida que nos transmite o poder para enfrentar eficazmente todos os aspectos da vida. A lista que se segue, acompanhada das respectivas passagens bíblicas, reflecte o que Deus nos dá poder para realizar ao vivermos como discípulos de Cristo.

 

Deus dota-nos do poder do Espírito Santo para:

 

·        vencer o pecado – Salmos 119:11; João 17:15; I Coríntios 15:57; I João 5:4-5.

 

·        amar o próximo – Mateus 5:43-44; Efésios 4:1-3; I Pedro 4:8.

 

·        aceitar amor – João 3:16; Lucas 15:17-19.

 

·        perdoar – Mateus 18:21-23; Efésios 4:32; Colossenses 3:12-13.

 

·        aceitar ser perdoado – Lucas 7:47-48, 50; I João 2:12.

 

·        ajudar o próximo – Provérbios 3:27-28; Mateus 25:34-40; Lucas 10:30-35.

 

·        dominar o orgulho – Provérbios 16:18; 29:23; Lucas 15:17-21; I Timóteo 3:2, 6.

 

·        sermos alegres – Salmos 107:21-22; Actos 5:40-41; II Coríntios 6:4, 10.

 

·        ultrapassar a adversidade – Actos 16:23-25; Romanos 12:21; I João 2:13-14.

 

·        não pôr o coração nas riquezas deste mundo – Provérbios 30:7-9; Eclesiastes 7:14; Lucas 18:18-24; I Timóteo 6:7-11.

 

·        interceder pelos outros – Romanos 15:30-32; Colossenses 4:12; I Tessalonic. 5:23-25.

 

·        libertar-nos da depressão e desgostos – Génesis 23:2-4; II Samuel 12:13-20; Salmos 42:9-11; 43:1-5.

 

·        dar testemunho de Cristo – Mateus 4:19; 5:16; 10:27, 42; Marcos 16:15; Actos 1:8; 4:19-20; I Pedro 3:15.

 

·        aceitar a morte sem receio – Actos 7:59-60; 21:13; Romanos 14:8.

 

Conclusão:

 

O poder de Deus não diminuiu. Deus ainda deseja que “o mundo seja salvo através do Seu Filho” (João 3:17), e que cada um de nós chegue “à unidade da fé, e ao conhecimento do Filho de Deus, a varão perfeito, à medida da estatura completa de Cristo” (Efésios 4:13). Devemos analisar as nossas vidas e assegurar que a nossa comunicação com Deus através da oração é ininterrupta.

 

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